Quinta-feira, 27 de Agosto de 2009
publicado por Miguel Morgado em 27 Ago 2009, às 18:53

Não sei se serão os efeitos de 4 anos de governo, mas estes simplex(es) estão tão habituados a dar lições de cátedra aos seus adversários que já não cuidam de proteger o flanco, como se poderia dizer. Dão lições de tudo, mesmo quando dizem asneiras. O tom é inconfundível. Agora, um Simplex quis dar lições a Paulo Rangel sobre Maquiavel, e a ver na invocação do florentino uma declaração "grave".

Não estou aqui a proteger Paulo Rangel, não só porque ele não precisa que o protejam, como nem acho que a sua leitura de Maquiavel seja particularmente rigorosa. Mas gosto de ver o simplex Leonel Moura substituir a ignorância de Rangel pela sua tremenda erudição ao dizer que Maquiavel falou sobre a tirania, ao passo que hoje vivemos numa democracia. A chatice destes pensadores que andam nas bocas dos sábios dos nossos tempos é que dão trabalho a ler. Talvez o Leonel Moura não tivesse escrito este post se reparasse que na obra "O Príncipe", por exemplo, a palavra "tirania" não aparece uma única vez. Talvez lhe desse que pensar.


2 comentários:
De Paulo a 27 de Agosto de 2009 às 20:38
Não queria acreditar quando vi que Porfírio da Silva do Simplex fotografa diplomas seus e coloca-os na net, forte risada merece este simplex comentador http://maquinaespeculativa.blogspot.com/2007/09/9-conferncia-europeia-sobre-vida.html


De jeronimo a 28 de Agosto de 2009 às 00:58
Perdeu uma excelente ocasião de ficar calado ! O Principe é uma obra toda ela inspirada no modelo e estilo de governação de Cesare Borgia, que Machiavel admirava. E Borgia, como é sabido era um democrata exemplar ...
É possível que a palavra tirania não apareça lá. Proque será ?


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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