Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009
publicado por Rodrigo Adão da Fonseca em 28 Ago 2009, às 23:49

Eu pergunto-me o que levou o SIMplex a convidar para o blogue alguém que se dá ao trabalho de fazer uma estatística sobre a quantidade de vezes que o PS e o PSD usam a palavra "Não", conseguindo a partir dessa contagem tirar conclusões.

 

Eu gostava de conseguir dizer alguma coisa sobre o tema, mas não me ocorre nada. O disparate é tão grande, que não há criatividade que resista...

 


8 comentários:
De NP a 29 de Agosto de 2009 às 00:02
Não me surpreende que não consiga dizer nada sobre o tema.

O que me surpreende é que a ausência de argumentos próprios esteja a fazer com que tente desvalorizar os argumentos, melhores ou piores, de terceiros.


De Carlos Botelho a 29 de Agosto de 2009 às 00:07
É deixá-los, é deixá-los...


De Rui Castro a 29 de Agosto de 2009 às 00:58


De Nuno Sampaio a 29 de Agosto de 2009 às 10:15
Bem, havemos de convir que a existência do Carlos Santos é, ela própria, um mistério inexplicável.


De Joaquim Amado Lopes a 29 de Agosto de 2009 às 12:51
Pensei que o Carlos Santos estava a tentar fazer um post mais ligeiro, tipo brincadeira, e deixei um comentário.
Afinal, pela resposta dele, aquilo era mesmo a sério.

Estes "Doutores" do Simplex não deixam de me surpreender.


De João Neto a 29 de Agosto de 2009 às 13:01
O Carlos distrai-se a contar advérbios nos intervalos da escrita de livros sobre Obama . Deve ser a única aplicação que consegue dar aos modelos económicos.
Cada um tem a hermenêutica que merece.


De Kreuse a 29 de Agosto de 2009 às 14:42
Porque os do simplex necessitavam alguém com vozinha de castrado???


De Joaquim Amado Lopes a 30 de Agosto de 2009 às 19:28
Rodrigo,
O mais provável é que não tenha seguido a minha discussão com o Carlos Santos a propósito desse post por isso informo-o de que o Carlos reconheceu que, num dos comentários em resposta aos meus, foi tremendamente arrogante e insultou o Rodrigo.


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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