Domingo, 30 de Agosto de 2009
publicado por Miguel Reis Cunha em 30 Ago 2009, às 09:27

 

De acordo com o Juiz de Direito, Pedro Vaz Patto, o recente acórdão do Tribunal Constitucional nº 359/09, vem deitar por terra a teoria de que a Constituição tinha já encerrado o assunto a favor dos “casamentos homossexuais”.

De acordo com este jurista, o assunto encontra-se agora nas mãos do legislador.E este, por sua vez, devido à complexidade do tema e à disparidade de opiniões, quando muito, deveria remetê-lo para referendo.

Trata-se, como a questão do aborto, de uma questão de consciência transversal aos eleitores dos vários partidos políticos. Ainda que seja incluída no programa eleitoral de um partido, não pode dizer-se que a generalidade dos eleitores desse partido a sufrague, uma vez que serão normalmente outras questões, que mais preenchem a agenda política, a pesar na sua opção de voto.

Numa matéria de tão grande significado ético, cultural e civilizacional, onde se joga o modelo de referência de família como núcleo social fundamental, onde se pretende alterar um modelo secular, seria inadmissível que uma opção tão relevante fosse tomada em função de estratégias políticas ou modas ideológicas e contra o sentir da maioria do povo, como o vêm revelando várias sondagens. Se é o povo que está supostamente “atrasado”, pois que se aproveite o referendo para o “esclarecer”. Mas que não se decida contra ele.”

Texto completo aqui


2 comentários:
De Mariana Martins a 30 de Agosto de 2009 às 11:04
Não sou PS, nem PSD. Faço parte dos descontentes decididos na indecisão, porém, ao ler o seguinte: “Sócrates diz que portugueses vão escolher entre modernidade ou uma mundivisão retrógrada”, tenho de dar razão ao homem. A Ferreira Leite assusta-me. Parece uma bruxa má tirada de um conto de abalar. É uma bruxa, que de máquina calculadora em riste, se põe a sopesar as maçãs envenenadas. Não quero um velho pau ressequido para Portugal.


De Mário Cruz a 30 de Agosto de 2009 às 18:34
Para a Marianinha modernidade é viver das aparências. O que lhe parece bonito é bom. Será que a Marianinha um dia cresce?

Pena não poder votar na Lili Caneças ou na Carolina Patrocínio (Yah a das cerejas)...


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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