Quinta-feira, 3 de Setembro de 2009
publicado por Paulo Tunhas em 03 Set 2009, às 19:27

É um bocado deprimente assistir às tentativas do círculo socrático - falar do PS talvez já comece a ser exagerado, como notou Helena Matos - para fazer recair sobre o PSD a responsabilidade do fim do jornal de Manuela Moura Guedes. Poderiam ao menos dar uma ideia vaga de como a coisa se teria passado? Se não puderem, e, no entanto, quiserem persistir na ideia, podem sempre repescar uma velha fórmula. A culpa é do mordomo - que é do PSD. E, já agora, ligado aos serviços secretos ingleses. Sugiro a contratação de Moita Flores.


6 comentários:
De Valter Marques a 3 de Setembro de 2009 às 20:37
É óbvio que a saída de MMG não é da responsabilidade nem do PSD nem do PS, mas o que é claro é que este caso beneficia muito mais o PSD do que o PS. Alguém duvída?


De Rodrigo VM a 3 de Setembro de 2009 às 20:42
O argumento da manobra conspirativa neste episódio é tão consistente como o seria alegar que, em 2004, a saída do Prof. Marcelo Rebelo de Sousa da TVI foi uma manobra do PS ou do Presidente Jorge Sampaio contra o Governo de então. Risível!!!


De Zé dos Montes a 3 de Setembro de 2009 às 21:14
PS sugere Augusto Santos Silva para apresentar o Jornal da Noite, a pedido do PSD claro!


De jeronimo a 3 de Setembro de 2009 às 22:05
Obviamente que insinuar que o Psd estaria por trás da saída de MMG é um disparate ainda maior do que sugerir o mesmo do Ps. Estão-se a esquecer que a TVI é uma empresa com autonomia e indepêndencia para decidir sobre os seus actos de gestão, concorde-se ou não com eles. O que é vergonhoso, para não dizer abjecto, é a reacção imediata do Psd, nomeadamente de Aguiar Branco, a afirmar categoricamente que o Ps foi o responsável! Sem quais provas ou evidências. E viva a política da Verdade! Ou será antes a Política da Suspeição ?


De Porfírio Silva a 3 de Setembro de 2009 às 22:54
"Cui bono" - Conhece?


De Rodrigo VM a 4 de Setembro de 2009 às 00:27
Cui bono? Provavelmente beneficia o Dr. Louçã que é o único suficientemente à vontade para atacar PS e PSD com o caso (com a sua habitual demagogia). Ainda que o episódio de 2004 tenha diferenças óbvias e um único denominador comum com este: o temor reverencial face ao Estado.


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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