Quarta-feira, 9 de Setembro de 2009
publicado por Miguel Noronha em 09 Set 2009, às 08:49

Quem foi o político, que por sinal ocupa uma posicão destacada na hierarquia do estado, que proferiu estes rasgados elogios à Madeira e a Alberto João Jardim há cerca de ano e meio?

"A Madeira é bem o exemplo, com democracia, com autonomia, com a integração europeia de um vasto e notável progresso no País"
 "[A Região Autónoma da Madeira é] um trabalho notável, é uma conquista extraordinária, é uma obra ímpar e isso deve ser reconhecido".
 "Toda esta obra historicamente tem um rosto e um nome, e esse nome é o do presidente do Governo Regional da Madeira, a quem quero também prestar uma homenagem (...) por esta obra e este resultado"
"[A Madeira tem em Alberto João Jardim] um exemplo supremo na vida democrática do que é um político combativo".
"os autarcas não podiam escolher melhor sítio no País para reflectir sobre os problemas e questões que têm no seu horizonte".

Podem ver a resposta aqui.

 

ADENDA:  Podem ouvir as declarações de Manuela Ferreira Leite sobre o mesmo assunto aqui.


1 comentário:
De causavossa a 9 de Setembro de 2009 às 09:24
O relatório da competitividade é interessante para Portugal ao demonstrar que o nosso 43 lugar está inquinado pelo ambiente macro-económico. A subida em um ponto deste índex atirar-nos-ìa para o 6 lugar da competitividade mundial. As infraestruturas dão-nos um brilhante 23 lugar! Afinal o que falta e nos entrava?

Fazendo da macro economia e da micro economia dois avatares, talvez pudéssemos dizer que o ambiente macro económico é muito o inimigo do ambiente micro-económico e que afinal o braço armado do Estado é o dono dos entraves e nos atira para a falta de competitividade.


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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