Sábado, 12 de Setembro de 2009
publicado por Paulo Marcelo em 12 Set 2009, às 16:02

 

«Manuela não se alarga: não sabe ainda, não fala antes de ver, não quer compromissos sem garantias. No meio de tanta convicção artificial e cega esta prudência tranquiliza. (...) A discrição e a firmeza de Manuela Ferreira Leite excluem novas fantasias. Conservadora? Eventemente se por "conservador" se entende não agir sem uma exacta avaliação dos meios, nem o conhecimento aproximado dos resultados. Mas quem quer demagogia e uma nova aventura?» (Vasco Pulido Valente, hoje no jornal Público)

 

É esta "pessoa séria" que vamos ver hoje à noite a debater com o Eng. José Sócrates. O contraste não podia ser maior. Les jeux sont faits.


3 comentários:
De Guilherme a 12 de Setembro de 2009 às 20:34
Quinta-feira, 2 de Setembro de 2010
O Dossiê Sócrates: o livro .
(actualizado)

(actualizado.
10.420 exemplares gratuitos do livro descarregados (downloads) em nove dias de publicação d' «O Dossiê Sócrates». E 5.302 exemplares do livro descarregados em dois dias; e 1.499 exemplares descarregados nas primeiras 23 horas.
Além do livro digital enviado, também gratuitamente, por mail pelos leitores para os seus contactos e cujo número não conheço.
O ISBN do livro (número que permite a encomenda do livro em qualquer livraria, para quem não o queira fazer directamente na Lulu.com) é: 978-1-4092-9870-0. Mas esta hipótese só interessa para quem queira ter o livro impresso em papel. O livro continua em download integral gratuito.



Para download gratuito: clique aqui, grave o ficheiro e só depois abra*.

ISBN: 978-1-4092-9870-0

.Para comprar o livro impresso (14,95 € + 6,08 € de portes): clique aqui.



Com factos novos e documentos inéditos descobertos, publico em livro "O Dossiê Sócrates". Este livro contém o revisto trabalho de investigação publicado no blogue Do Portugal Profundo sobre o percurso académico do primeiro-ministro José Sócrates - e ainda uma introdução sobre o contexto da investigação e um epílogo onde são revelados factos e documentos novos (não publicados no blogue), entretanto destapados. São ao todo 405 páginas, das quais 251 correspondem aos posts revistos publicados no blogue e o resto a material novo.

Trata-se de um trabalho que comecei após o período de nojo do inquérito judicial aberto por queixa do "primeiro-ministro enquanto tal e cidadão" José Sócrates, que terminou em Janeiro de 2008, como se sabe, com o arquivamento da queixa e a não apresentação, pelo queixoso, de acusação particular contra mim. Reuni os posts que publiquei sobre o caso e, pacientemente, fui explorando novos caminhos de pesquisa para descobrir e esclarecer novos factos, que me pareceram ser importantes do conhecimento público, sobre o percurso académico (que constitui vida pública) do primeiro-ministro de Portugal.

Por ser importante, revelo abaixo a saga da publicação de mais um livro proibido e a necessidade de recurso à publicação nos EUA (na Lulu.com) para vencer os bloqueios da publicação em Portugal.

Comunicado ao grupo editorial Leya o meu propósito de edição do livro, recebi no próprio dia a manifestação do interesse na publicação. Apresentei o conjunto de posts que compôem a II Parte do livro e o interesse da editora manteve-se - e cresceu quando depois entreguei a I Parte (a Introdução) na qual contava o contexto da pesquisa e as vicissitudes do afrontamento do poder quase-ditatorial do Governo. Paralelamente, trabalhei ao longo de meses no desenvolvimento do livro, e investigando os novos factos. Até que, em 27 de Fevereiro de 2009, entreguei à Leya uma versão preliminar da III Parte (a Conclusão) do livro, com a descrição de alguns factos novos e a interpretação de documentos inéditos. A insistência constante da editora para que eu terminasse o livro foi substituída por um silêncio absoluto: nem mais um pio. Nunca mais se atendeu o telefone, nem se respondeu aos mails, nem às mensagens. Nem, estranhamente, sequer se correspondeu ao pedido legítimo e formal de devolução do material entregue. Nada.

Contactei outras editoras, mas também não tive êxito na edição do livro. Uma delas - aparentemente insuspeita... - nem sequer respondeu ao mail que lhe enviei. E outra também recusou. Finalmente, já no final de Julho de 2009, uma editora mostrou-se interessada, oferecendo-me a possibilidade de colocar o livro para download pago e eu fazer o co-financiamento da edição impressa (co-financiamento que se destinava a prevenir o risco do bloqueio da distribuição e venda em prazo útil). Alguém, do meio, explicou-me depois a dificuldade e receio de, no Portugal socratino, uma distribuidora fornecer, e as cadeias de livrarias e superfícies comerciais exporem e porem à venda, um livro intitulado... "O Dossiê Sócrates"...

Frustrada a tentativa de edição tradicional em tempo útil, sem meios para o co-financiamento da edição impressa, sem interesse numa versão digital paga, e sem a difusão natural e distribuição corrente nos pontos de venda, decidi contornar o obstáculo da edição, distribuição, exposiç


De antonio a 12 de Setembro de 2009 às 20:47
séria porque não ri


De rui david a 14 de Setembro de 2009 às 22:28
isto é de rir...


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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Realmente é o pais considerado como o pais do truq...
Conversa de urinol ..... caro boy PS!!!
Caro amigo anónimo, de facto encontro alguma razão...
meu caro amigo, não duvido das suas competências.....
está completamente certa. Mais... o 12º é pior, po...
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