Terça-feira, 28 de Julho de 2009
publicado por Tiago Moreira Ramalho em 28 Jul 2009, às 12:39

 

Este é o vídeo da minha pergunta a José Sócrates. Sobre estes quinze minutos de quase diálogo, apenas faço notar que a uma pergunta sobre a aplicação do SIADAP em 2008, José Sócrates me respondia com a aplicação do SIADAP em 2009 e com a necessária campanha sobre Educação. O resto também é aqui visível, e ainda bem.

Resta também dizer que estes quinze minutos me valeram acusações de falta de ética e de falta de respeito (respeitinho?) feitas por todos, menos por José Sócrates que me veio falar com o sorriso no fim do encontro.


43 comentários:
De Daniela Major a 28 de Julho de 2009 às 14:26
Não compreendo uma coisa. José Sócrates diz que todos os professores ou quase todos, que foram avaliados até agora tiveram excelente ou muito bom. Depois diz que no governo anterior não havia avaliação e eram todos muito bons.
Então e qual é a diferença? Seria interesssante saber quantos professores é que tiveram realmente nota negativa e quantos foram punidos por isso. Se é que houve algum


De Stran a 28 de Julho de 2009 às 15:57
"Seria interesssante saber quantos professores é que tiveram realmente nota negativa e quantos foram punidos por isso"

Um ligeiro tique a voyerismo punitivo medieval, não achas?


De Daniela Major a 28 de Julho de 2009 às 16:02
Mas quantos foram "penalizados" por isso, talvez seja melhor :D


De stran a 28 de Julho de 2009 às 16:32
LOL. Obrigado...


De PedroFaria a 28 de Julho de 2009 às 16:18
Entre esta "avaliação" e a famosa sugestão da auto-avaliação, venha o diabo e escolha!


De Pedro Barbosa Pinto a 28 de Julho de 2009 às 14:43
Alguém me diz quem fabrica as papas Mayzena? Quero investir em acções dessa sociedade.


De João Sousa a 28 de Julho de 2009 às 15:10
Quem era a triste figura à sua esquerda?


De Miguel Noronha a 28 de Julho de 2009 às 15:33
Excesso de zelo dos fieis devotes. Se duvidas restassem.


De Pedro Faria a 28 de Julho de 2009 às 15:51
Para a próxima é melhor preparar as perguntas que faz, pois saiu dali uma coisa um pouco rebuscada, no entanto tinha razão no que disse.
Diga-se de passagem que para um blog Anti-Socialista, tinha muito mais por onde pegar, o tema foi um pouco infeliz.

Que venham mais iniciativas destas, talvez a Manuela Ferreira Leite? Não me parece, mas quem sabe.


De Tiago Moreira Ramalho a 28 de Julho de 2009 às 16:02
Não apareceu a minha intervenção toda, caro Pedro. Eu no início disse que a minha pergunta era outra, mas que o rumo da conferência me fez alterar o que tinha preparado. A edição do Sócrates 2009 é tramada.

Gostava imenso que houvesse uma de MFL. Seria o primeiro a pedir-lhe um programa ou pelo menos algumas linhas orientadoras para que pudéssemos ter uma conversa minimamente interessante.


De Daniel João Santos a 28 de Julho de 2009 às 16:08
vais ter de contratar uns seguranças...


De André Abrantes Amaral a 28 de Julho de 2009 às 16:23
Parabéns Tiago.


De Tiago Moreira Ramalho a 28 de Julho de 2009 às 16:25
for what?


De Jorge Arraiano a 28 de Julho de 2009 às 20:45
Deve ser pela triste figura que fizeste... Não houve nenhum tão mau.


De Tiago Moreira Ramalho a 29 de Julho de 2009 às 09:41
Não o voltarei a desiludir senhor Jorge. Jamais!


De Fernando Barbosa a 28 de Julho de 2009 às 16:36
Esse vídeo acaba por ser prejudicial para esta causa. A pergunta foi efectivamente respondida. Os números da imprensa de facto estão incorrectos. E é embaraçoso que Tiago Moreira Ramalho tenha sido minorado com um tratamento tão condescendente e paternalista por parte do P.M. Dir-se-ia que Sócrates se dirige a um pupilo maroto mas ingénuo. Deve ser essa a expressão do soriso no encontro.


De Tiago Moreira Ramalho a 28 de Julho de 2009 às 16:40
A pergunta não foi respondida. José Sócrates respondeu-me com dados de 2009 e mesmo que fossem esses os dados, nunca bateriam certo com os dados oficiais. Leia o Paulo Guinote, se tiver interesse nesta matéria: educar.wordpress.com


De Fernando Barbosa a 28 de Julho de 2009 às 17:02
Não, a sério. A pergunta foi respondida. O P.M. não conhecia os dados que apresentou e estes são realmente muito duvidosos. Mas Sócrates não se deixou provocar. A real intenção de Tiago Moreira Ramalho teve uma resposta. Mais do que a dúvida, tinha necessidade de aparecer como bravo e arguto. Apesar de ser preferível à cobardia do João Gonçalves, é mais fácil voltarem às piadas sobre o canudo.


De Tiago Moreira Ramalho a 28 de Julho de 2009 às 17:08
Dizer quais eram as minhas intenções ali é algo de extraordinário.
Não fiz papel de nada. Falei como achei que devia falar e como falaria com qualquer primeiro ministro. Não suporto, mas não suporto mesmo, as pessoas que vão para encontros daqueles para mandarem cartas de amor ao líder. E isso, infelizmente, foi o que mais se viu.
Se acha que fui fazer de mauzão e tal, é consigo.


De Levy a 28 de Julho de 2009 às 19:50
Não foi respondida. O governo chegou a uma taxa de 90% que é falsa. Porque incluiu nessa taxa professores quem em 2008 não foram alvo de qualquer avaliação.
Esta é daquelas questões só que fazendo as contas é que se consegue desmontar a propaganda, ora como viu ninguém quis estar a conferir totoloto.
É pena, porque esse número que o governo diz que avaliou é puramente fabricado.


De João Gonçalves a 28 de Julho de 2009 às 21:41
O Senhor Barbosa importa-se de precisar onde é que notou a minha cobardia?


De Anónimo a 28 de Julho de 2009 às 18:43
Sabe uma coisa: é mais do mesmo. Gastou cera com ruim defunto. Literalmente.
By the way, sou professor.
Sócrates, jamais.


De rendadebilros a 28 de Julho de 2009 às 19:08
Tiago: lera que o seu tom tinha sido pouco respeitoso, ao questionar o PM ( ou o secretário geral do PS?); afinal tudo foi dito e perguntado com toda a educação; o Secretário-geral do PS ( ou o Pm?) e seus assessores estava um boacdo baralhado, depois acha que na blogosfera todos dizem bem dele, não sei em que blogosfera ele andará; estavam na Igreja todos? é que estava a maioria com devoção a algum santo...
A sua pergunta foi pertinente; pena que a resposta fosse um "círculo" vicioso...
Abraço.


De Tiago Moreira Ramalho a 28 de Julho de 2009 às 19:17
Ainda bem que mo diz (sinceramente). É que com tanto vitupério por aí espalhado, cheguei a acreditar que tinha sido mal educado ou coisa assim.

Abraço


De João Pataca a 30 de Julho de 2009 às 12:29
malcriado realmente não foi, agora, tonto, ah, isso foi e muito. o jovem cheio de ganas a tentar confundir um macaco com o rabo pelado. vale pela tentiva meu bom rapaz.


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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