Sexta-feira, 24 de Julho de 2009
publicado por Tiago Moreira Ramalho em 24 Jul 2009, às 12:21

Enquanto no mundo houver duas cabeças, haverá certamente duas opiniões. É por aceitar quase como dogma esta máxima que não milito em partido algum nem subscrevo, como poderia?, todas as propostas de que partido for. Há sempre algo que não colhe, há sempre um senão, há sempre uma discordância em qualquer ponto.

Mas é isso a democracia: uma miscelânea de opiniões, visões, personalidades diferentes e é com isso que temos de saber viver. E num quadro destes, cabe a nós, soberanos, eleitores, optar pela proposta que se nos afigura como a melhor, apesar de imperfeita, como todos os produtos humanos o são. E este que vos escreve, que será considerado por esses politólogos da moda como um «independente», já fez a sua opção. Estou aqui porque vejo em Manuela Ferreira Leite e na equipa que a rodeia uma força de mudança e melhoria do país que não vejo em mais partido algum. Vejo neste PSD aquilo que infelizmente não consigo encontrar neste PS: uma equipa, por oposição a uma pessoalização imensa, responsabilidade, ao contrário do anúncio festivaleiro e angariador de votos, o sentido de dever cívico, por oposição à pretensão de deixar marca pessoal em tudo.
É por isto que aqui estou e será sempre esta a razão dos meus textos durante os próximos meses. Sem simplificações.

8 comentários:
De João Sousa a 24 de Julho de 2009 às 17:50
Caro Tiago, penso que num mesmo partido podem haver opiniões diferentes, e que quem milite num partido não precisa de apoiar todas as suas propostas. Acho que não será por isso que não milita em nenhum partido nesta altura... Já agora, e uma vez que tem este espaço para partilhar opinião, podia aproveitar para explicar à malta mais velha porque razão alguns de nós, mais novos, nos afastamos da política partidária. Aliás, essa explicação é provável que apoie de algum modo esta causa pela qual agora se juntaram aqui.


De José Gomes André a 24 de Julho de 2009 às 18:39
Caro Tiago, posso subscrever em absoluto este texto (sobretudo na parte do "independente que vejo em Manuela Ferreira Leite e na equipa que a rodeia uma força de mudança e melhoria do país que não vejo em mais partido algum.")? E assim escuso de escrever um igual a explicar o que estou aqui a fazer... :) Um abraço


De Tiago Moreira Ramalho a 24 de Julho de 2009 às 18:43
À vontadinha :)

Abraço


De PALAVROSSAVRVS REX a 24 de Julho de 2009 às 18:48
Muito bem, pá!


De Dinis a 26 de Julho de 2009 às 17:14
sim, tudo muito bem, mas continuas a não saber escrever. Lê lá, devagarinho, o texto. São frases mal pontuadas, adjectivos mal escolhidos e mal colocados, analogias infantis. Tens uma ideiazinha, tens; mas não a sabes verbalizar. Qual foi o último texto com mais de 300 palavras que leste?
Porra, é confrangedor. Dá dó. Escreces mal, pá!


De Tiago Moreira Ramalho a 26 de Julho de 2009 às 17:25
Ainda estou a comessar as aulinhas, mas no nosso sestema de ensino é defícel sinhor Dinis...
Tentarei esforssar-me um pedassinho mais, para não o desagradar :)


De almeidaa a 26 de Julho de 2009 às 19:41
Triste maneira de responder a uma criticia, o que aliás revela mais um estilo tipicamente portuga; aceitar um critica e responder com nobresa é apenas apanágio de alguns neste país tão mal frequentado.


De Tiago Moreira Ramalho a 26 de Julho de 2009 às 19:45
Ó almeidaa, queria que eu dissesse o quê? «desculpe ó Dinis, vou me esforçar para não o desagradar» ou «tem toda a razão, sou um analfabeto». Triste, e desculpe lá a franqueza, é fazer um comentário daqueles. Aquilo não é uma «crítica». Mas enfim. Quando a malta discorda a educação manda-se fora. O pior é que vai ser assim, com tendência para agravar, nos próximos tempos.


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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