Segunda-feira, 14 de Setembro de 2009
publicado por Maria João Marques em 14 Set 2009, às 14:12

Sobre a 'questão espanhola' ler:

QED, por João Miranda

Uma pergunta simples (para cabecinhas que queiram pensar), por Francisco Santos

O Debate, o TGV e Manuela Ferreira Leite: um testemunho pessoal, por Fernando Martins.

 

(Para evitar que algum maluquinho me acuse de excesso de nacionalismo, provincianismo, xenofobia, ressabiamento anti-castelhano ou o que seja, informa-se que não: aprecio muito Espanha, passei lá grande parte das minhas férias de Verão da infância e adolescência, compro e vendo a muitas empresas espanholas, tenho boas relações pessoais e profissionais com muitos espanhois, o meu marido tem ascendência espanhola e os meus filhos ainda exibem um apelido espanhol, muito admiro Santo Inácio de Loyola e São Francisco Xavier - e respectivas terriolas -, invejo o Guggenheim de Bilbao e o Hotel Marqués de Riscal de Frank O. Gehry e o Prado e o Thyssen e o Reina Sofia, prefiro um Marqués de Riscal ou um Rioja Alta aos vinhos do Dão ou da Bairrada, leio com grande prazer o Gonzalo Torrente Ballester ou a Carmen Posadas e é sempre muito agradável passear na Ortega y Gasset em Madrid. Sou, pelo contrário, uma espanhófila.)

 


4 comentários:
De Amêijoa Fresca a 14 de Setembro de 2009 às 14:31
Neste caso exemplar
não há bom casamento,
a sabedoria popular
não é um vil pensamento .

A grande velocidade
para o país descarrilar,
é tal a loquacidade
que não param fabular.

A grande velocidade
o abismo engrandece,
é sebácea a atrocidade
e o monstro agradece.

Com flores por cheirar
e sentados na opulência,
ficam dívidas por pagar
a desprezível indolência.

A miséria caricatural
da nossa podridão,
é de um traço visceral
toldado de escuridão!


De rngbarroso a 14 de Setembro de 2009 às 17:33
Que parvoice de post, desculpe que lhe diga. Quer argumentar o que pretende com um comentário do marido de uma galega? Não sabe o que isso implica em termos culturais dentro da própria Espanha? Julgava-a mais sábia minha senhora.


De xico a 14 de Setembro de 2009 às 20:13
Porque nunca aparece a linha entre Irun e Salamanca que os espanhóis têm planeada? Porque nos puseram como facto consumado que a ligação à Europa só tinha a alternativa de Badajoz?
Em Espanha mandam eles, mas se vão ligar Irun a Salamanca não se percebe porque nos obrigam a ir a Badajoz. (ou percebe-se...)


De Guilherme a 14 de Setembro de 2009 às 23:50


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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