Quarta-feira, 16 de Setembro de 2009
publicado por Rodrigo Adão da Fonseca em 16 Set 2009, às 11:15

Uns dos "Abrantes" - o que tem como função dissertar sobre as matérias fiscais com maior petulância - vem dizer que MFL não sabe distinguir "carga fiscal" de "eficiência fiscal", referindo depois, para justificar, que o PS diminuiu um conjunto de impostos (IRC e IMI).

 

Esqueceu-se foi de referir, em primeiro lugar, que a diminuição do IRC teve um menor impacto na receita fiscal que o correspectivo aumento do IVA, de 19% para 21%/20%, e que o IMI é receita das autarquias.

 

Esqueceu-se também de referir que os cofres do Estado beneficiaram - e muito - com a "alta" do petróleo, o ano passado; isto, apesar da diminuição do consumo de combustíveis (pois quem teve de "apertar o cinto" foram as empresas e as famílias, e não o Estado, que continuou a manter os seus maus hábitos); o facto do PS ter mantido a taxa de Imposto sobre os Produtos Petrolíferos no escalão máximo - quando podia ter optado por a diminuir - mostra bem o que significa, para os socialistas, "eificiência" fiscal.

 

"Carga fiscal", em qualquer sítio do mundo, é o montante de impostos que os contribuintes efectivamente suportam, deva-se a uma maior eficiência da máquina fiscal, deva-se a um aumento das taxas ou leque de tributos. E uma maior eficiência da cobrança, infelizmente, não foi acompanhada de uma diminuição da generalidade dos encargos: a receita dos impostos subiu em percentagem do PIB, e isso é um facto que não há retórica que desminta.



Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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