Quinta-feira, 17 de Setembro de 2009
publicado por Miguel Noronha em 17 Set 2009, às 12:22

 

José Sócrates, 10/05/2009

O primeiro-ministro afasta completamente a hipótese de aumentar a carga fiscal sobre os portugueses, ou seja, de subir qualquer impostos, mesmo que venha a ser necessário um orçamento rectificativo. Em entrevista ao «Jornal de Notícias», José Sócrates responde peremptoriamente quando questionado se admite um aumento de impostos num eventual orçamento rectificativo: «Não. Era só o que faltava! Numa altura em que país enfrenta uma crise destas, acha que proporia aumentar os impostos? Se pudesse, até desceria mais os impostos, para que as empresas pudessem ter melhores condições. Baixámos o que pudemos». O primeiro-ministro diz mesmo que «o défice será reduzido com estabilizadores automáticos», pelo que «não é preciso pedir sacrifícios especiais a ninguém. Se a nossa economia começar a recuperar, aumentam as receitas fiscais».

José Sócrates, 17/09/2009

"Portugal vai defender que a União Europeia proponha na reunião do G20 a criação, a nível internacional, de uma taxa generalizada sobre operações financeiras realizadas entre operadores financeiros", revelou ao Diário Económico, o primeiro-ministro. José Sócrates justificou a medida com o objectivo de que "o sector financeiro suporte parte dos custos que os países tiveram que incorrer com a crise financeira".

Atenção, provavelmente tratam-se de personagens diferentes que, por coincidência, têm nomes idênticos.


5 comentários:
De zedeportugal a 17 de Setembro de 2009 às 13:20
Provavelmente, trata-se da mesma personagem.
Para bom entendedor...


De Anónimo a 17 de Setembro de 2009 às 14:52
Cuidado, porque o artista diz taxativamente "Numa altura em que país enfrenta uma crise destas". Basta anunciar que a crise está a passar para a afirmação não se aplicar. Não estou a brincar. Capaz disso é ele, e de muito mais. Já saimos da fase das "engenharias financeiras" de Guterres (SCUT) e entrámos na dos "estabilizadores automáticos" de Sócrates. Isto é como nos barcos: se fizermos um buraco no fundo ele estabiliza logo, automaticamente.


De Miguel Noronha a 17 de Setembro de 2009 às 15:49
Atenção que o "Engº" diz duas coisas:

1. Agora estamos em crise e não vou dificultar mais a vida às empresas subindo os impostos. Eu queria é que eles descessem

2. Quando a crise passar o crescimento económico vai permitir aumentar as receitas. Logo não vai ser necessário aumentar impostos ou criar novos.


De horacio a 17 de Setembro de 2009 às 17:20
Sócrates Robin Hood, ou Sócrates txman??


De RF a 17 de Setembro de 2009 às 19:05
Uma taxa não é a mesma coisa que um imposto. Em bom rigor, não há qualquer contradição.


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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