Quarta-feira, 29 de Julho de 2009
publicado por Rodrigo Adão da Fonseca em 29 Jul 2009, às 09:36

" É na compreensão da intervenção discricionária do Estado e no seu reforço de poderes no curto prazo, que reforço a minha adesão aos ideais da esquerda democrática. Num Estado sólido, reprodutivo, imune aos grupos de pressão, que assegure as expectativas presentes e futuras e que preencha o vazio da cruel selecção natural que é o facto de não escolhermos onde e quando nascemos ".

 

(Guilherme de Oliveira Martins, no SIMplex)



Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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