Terça-feira, 22 de Setembro de 2009
publicado por Miguel Morgado em 22 Set 2009, às 11:58

Dívida ao estrangeiro ultrapassa 100% do PIB nacional

 

A dívida externa do país já representa 101% do PIB. Ao mesmo tempo que o Estado e a banca devem mais, o país está a produzir menos. A economia portuguesa já deve mais ao exterior do que aquilo que é capaz de produzir num ano. De acordo com os dados do Banco de Portugal divulgados ontem, a dívida ao exterior ultrapassou em Março o valor do produto interno bruto (PIB) estimado pelo Governo para o conjunto de 2009.

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Pensando melhor, esta é daquelas coisas que desde ontem deixaram de ser ameaçadoras. Não é nada que um bom jogo político não resolva instantaneamente. Alegremente caminhamos para a Argentina, mas isso já não interessa nada.

A crise em que o País está mergulhado também é uma conspiração. Para terminar só falta ser desmascarada por um bom jornal.


1 comentário:
De horacio a 22 de Setembro de 2009 às 14:32
Enquanto continuamos a ser bombardeados com o caso F.Lima e as implicações que Santos Silva lhe quer dar os assuntos que realmente interessam para a campanha eleitoral não são falados.
Numa breve passagem pela imprensa electrónica de hoje podemos ver:

"Aproximação das eleições e possibilidade de vitória do PS levam Mota-Engil a máximos."

"Francisco Pinto Balsemão considera que a “asfixia democrática” é causada pela “promíscua aliança entre poder político e poder económico” onde os mais poderosos e mais ricos não são punidos. Para se acabar com esta situação, o presidente da Impresa defende que “bastaria que as regras do jogo fossem efectivamente cumpridas e que fossem exemplar e rapidamente punidos”.

"O principal impacto das eleições de domingo no mercado accionista português será no sector da construção, de acordo com a UBS . Num research ' de 21 de Setembro, a casa de investimento suíça mostra como as diferenças dos programas eleitorais do PS e PSD têm relevância para as cotadas nacionais."






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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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