Quarta-feira, 29 de Julho de 2009
publicado por Tiago Moreira Ramalho em 29 Jul 2009, às 12:43

A intervenção inicial de Manuela Ferreira Leite na conferência do Diário Económico demonstrou bastante bem que tipo de papel é o preconizado pelo PSD para o Estado. Não é, para mim, o ideal; mas é aquilo que mais se aproxima do que defendo.

As profundas reservas quanto à intervenção do Estado, o papel do Estado como bengala facilitadora, e não como pai do povo; a necessidade de as empresas terem a sua autonomia e a apologia do fim da subsidio-dependência que o socialismo criou nestes últimos anos em Portugal.
Manuela Ferreira Leite tem um programa, uma linha orientadora, que aposta no indivíduo, que acredita nas pessoas e que não as toma por tolas. Manuela Ferreira Leite quer, e nisto concordamos, um país que não viva de mão estendida, mas que saiba lutar pelos seus objectivos, saiba atingir os seus objectivos, crescer de forma livre e sem imposições, planos quinquenais ou coisa que o valha. É esta a substancial diferença. É, também, por isso que escrevo aqui.

3 comentários:
De João Neto a 29 de Julho de 2009 às 12:51
Tiago,

uma sugestão: agora que o blog já passou aquela fase inicial de apresentação, por que não concentrar-se nas opiniões sobre os variados temas e não questões do género "por que escrevo aqui", "a pergunta que eu fiz", a "resposta à minha pergunta", "não gosto de tratar de assuntos pessoais aqui, mas cá vai...", etc.

De resto, parece-me que estão a fazer um excelente trabalho.


De Tiago Moreira Ramalho a 29 de Julho de 2009 às 12:53
Óptima sugestão. Vou parar com as parvoíces, então.

Mas este texto em particular era de elogio a MFL e à linha. A frase final era apenas para rematar.


De Stran a 29 de Julho de 2009 às 14:22
"Manuela Ferreira Leite tem um programa..."

Tem? Poderias-me facultar um link para esse programa?


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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