Quarta-feira, 23 de Setembro de 2009
publicado por Maria João Marques em 23 Set 2009, às 13:09

É conveniente que seja dito claramente: esta campanha eleitoral do PS tem sido um nojo. São as mentiras deliberadas afirmando-se que o PSD propõe o que efectivamente o PSD não propõe. São os constantes ataques pessoais à líder do PSD (com os expoentes de má educação nos Soares pai e filho e no inestimável Junqueiro). É a acusação de maledicência e bota-abaixismo por quem se tem recusado a falar desta legislatura (de tão bem sucedida que foi) e a próxima para atacar apenas a oposição. Sobretudo são as repetidas associações abjectas entre o PSD e Manuela Ferreira Leite e o Estado Novo e Salazar.

 

Eu nasci em 1974 e já não tenho nenhuma questão por resolver com a história portuguesa do sec. XX. Não sinto necessidade de me posicionar pela revolução ou pela reacção. Não admiro o Estado Novo nem os primeiros tempos da 'democracia' pós-abrilista. Não tenho qualquer sentimento de gratidão pelos políticos e militares que terminaram ou pressionaram a ditadura; sinceramente, não fizeram mais do que a sua obrigação. Mário Soares é, para mim, uma figura patética, desagradável e apreciador de tiranetes sul-americanos. Ouvir alguém (tentar) argumentar politicamente chamando o 25 de Abril ou a ditadura que o antecedeu é hilariante - porque não é argumento. Eu não sei que eleitorado o PS pretende atingir com estes supostos argumentos, mas de certeza não é o eleitorado abaixo dos trinta e cinco anos; tirando alguns casos de jovens pouco saudáveis, queremos lá saber de passados anti-salazaristas; estamos preocupados com a falta de emprego, com a quantidade crescente de impostos que pagamos, com a segurança social que não vai assegurar pensões quando for a nossa vez de as receber, com um Estado que por tão grande esmaga a iniciativa privada, com a falta de crescimento económico, com a pouca qualidade dos serviços públicos. Tudo estranhamente ausente da camapnha socialista e substituído pelo nojo que consta no primeiro parágrafo.


31 comentários:
De jeronimo a 23 de Setembro de 2009 às 13:57
(...) sinceramente, não fizeram mais do que a sua obrigação(...)
Houve muitos outros que não fizeram "a sua obrigação". E se não fosse por estes que fizerm "a sua obrigação" provavelmente teríamos muitos mais anos de ditadura. E não esquecer que muitos que "não fizeram mais do que a sua obrigação" perderam anos de vida nas cadeias e no exilio. Alguns até a própria vida. Essa ingratidão e desdém para com essas (corajosas) pessoas não lhe fica nada bem.


De pedro a 23 de Setembro de 2009 às 14:36
cara maria joão
Ouvir alguém (tentar) argumentar politicamente chamando o 25 de Abril ou a ditadura que o antecedeu é hilariante - porque não é argumento. Eu não sei que eleitorado o PS pretende atingir com estes supostos argumentos, mas de certeza não é o eleitorado abaixo dos trinta e cinco anos; tirando alguns casos de jovens pouco saudáveis, queremos lá saber de passados anti-salazaristas;

tenho uma filha com 12 anos e spero conseguir educa-la de forma a que nunca pense que o que se passava antes d25 d eAbril não intressa
o holocaussto foi há mais de 60 anos
o que mete pena, e não nojo, é ver que a "juventude" não quer saber do passado
como quer ela gerir o futuro


t


De Ana Vidigal a 23 de Setembro de 2009 às 15:25
Imagine lá o estado de Israel a ter posição igual à sua em relação ao Holocausto.

Imagine lá um jovem Israelita da sua idade a dizer: Quero lá saber quem lutou contra o nazismo.

É por causa destas patetices que eu, que tinha 13 anos no 25 de Abril e que me fartei de andar no eléctrico da AD ( imagino que tb não saiba o que é, mas pergunte à sua mãe) voto no PS.

Lindo futuro o seu, que cospe nos "políticos e militares que terminaram ou pressionaram a ditadura".
Agradeça-lhes a eles poder escrever estas baboseiras.
Tb lhe agradeço a publicação deste comentário.


De DMMM a 26 de Setembro de 2009 às 11:55
Uma coisa é estarmos agradecidos a quem lutou pela Liberdade mas temos que ter uma atitude crítica.

Pegando no exemplo dos capitães de Abril, acha que devemos estar agradecidos a alguém como Otelo Saraiva de Carvalho que não passava de um "troblemaker"? Ou acha que devemos desculpar a má educação e o machismo de Mário Soares que faz e diz coisas tão contrárias àquilo que supostamente lhe devemos agradecer?

Se eu disser que Churchill foi provavelmente um dos homens mais importantes do Sec XX e se disser que sem ele a guerra não teria tido o mesmo desfecho, impede-me de dizer que ele tinha defeitos gravíssimos para além de ter feito coisas que, hoje em dia, muitos historiadores consideram crimes de guerra? O facto dele ter sido um grande homem apaga o facto de defendido o uso de bombas em cívis?

Atenção: Não estou a comparar Churchill a Soares. O primeiro era infinitamente melhor. Estou apenas a tentar dizer que é muito perigoso venerar alguém sem atitude crítica. Nada é tão bonito como parece.


De Misugi a 23 de Setembro de 2009 às 16:02
Plenamente de acordo.
Daqui a 50 anos a culpa vai continuar a ser do Salazar ! Haja paciência para aturar estas aves raras para quem tudo de mau é "herança do Estado Novo" e tudo de bom é "uma conquista de Abril" !!!

Parece que a esquerda Portuguesa não anda. Passam a vida agarrados ao 25 de Abril, como se o 25 de Abril fosse exclusivo do comunismo e do socialismo!

Eu gostava que tentassem resolver os problemas de Portugal. Duvido que consigam, inteligência não abunda pela esquerda Portuguesa...


De Tiago Julião Neves a 23 de Setembro de 2009 às 16:46
A leitura deste seu post sugere-me que apesar de demasiado nova para poder invocar demência, compensa em delírio e despudor o que lhe falta em bom senso.

Quer mesmo vender a ideia de que o PS é o campeão dos ataques pessoais, mas está mesmo a falar a sério MJM ?

Para associar o PSD ao estado novo basta a sua trágica irresponsabilidade “Não tenho qualquer sentimento de gratidão pelos políticos e militares que terminaram ou pressionaram a ditadura”.

Eu não sei se a MJM não tem nenhuma questão por resolver com a história portuguesa do séc. XX, ou se não sabe nada de história portuguesa do séc. XX. Umas horas a ler na frigideira do Tarrafal ou uns anos em Peniche e podia ser que envergonhasse menos os seus colegas mais esclarecidos do Jamais.

A MJM não sente a necessidade de se posicionar pela revolução ou pela reacção, acha que a história não tem importância e que Soares é uma figura patética apreciadora de tiranetes sul-americanos. O meu taxista também, será que pode acalentar a ambição de vir a escrever no Jamais?

MJM já percebemos que para si o importante é a “vidinha” e que tudo o resto é peanuts. Eu sou só dois anos mais novo que você mas podia muito bem ser seu neto.


De Maria João Marques a 23 de Setembro de 2009 às 17:38
Tiago, ainda bem que me percebe tão bem e aquilo que me interssa, que perspicácia a sua. E diz tudo na frase "Para associar o PSD ao estado novo basta a sua trágica irresponsabilidade". Não vale mesmo a pena conversarmos, até porque eu acho que podia ser meu avô.


De Tiago Julião Neves a 23 de Setembro de 2009 às 18:34
MJM , tenho dezenas de posts http://simplex.blogs.sapo.pt/user/tiago_juliao a discutir os últimos 4 anos ao nível da economia, energia e ambiente.

OSimplex tem 1197 posts e 6426 comentários que analisam sobretudo a governação socialista, portanto como é óbvio não temos qualquer receio de discutir ideias e propostas.

Agora não posso obviamente ignorar a sua deturpação dos factos relativamente às campanhas negras, nem ser conivente com a sua insensatez relativamente ao fim do estado-novo.

A sua frase é de extrema gravidade e muito ofensiva para todos aqueles que lutaram, estiveram presos, foram torturados ou morreram às mãos de um regime provinciano e castrador que amputou Portugal do Mundo

A frase é sua, é grave e devia reflectir sobre o seu significado: "Não tenho qualquer sentimento de gratidão pelos políticos e militares que terminaram ou pressionaram a ditadura"


De Maria João Marques a 23 de Setembro de 2009 às 20:34
Sim, Tiago, vou-me penitenciar por não sentir necessidade de agradecer todas as noites aos senhores que luaram contra a ditadura para depois tolerarem o PREC, apoiarem nacionalizações que arrasaram a nossa economia (e contestarem as privatizações que Cavaco iniciou), e por aí adiante.


De Tiago Julião Neves a 24 de Setembro de 2009 às 03:23
Tentei ser pedagógico mas a MJM finge não perceber a gravidade do que diz. Para si as nacionalizações têm o mesmo peso que a ditadura. Bravo!

Também percebi que não gosta que discordem de Cavaco, mas que não seja por isso que não ficamos amigos. Se gosta tanto de figurinhas míticas - como o Marcello Caetano e uns ministros do Salazar eram meus primos - posso ver lá em casa na arca das velharias se há bibelots de Santa Comba para a MJM admirar ao entardecer antes de rezar por mais umas privatizações.


De Maria João Marques a 24 de Setembro de 2009 às 13:42
Ah mas que sentido de humor fino e aguçado. Até parece José Sócrates.


De amália a 23 de Setembro de 2009 às 23:14
De facto este post é um espanto de ignorância (assumida me parece). Com que então os militares não fizeram mais que o seu dever, o de nos livrar da ditadura? Creio que normalmente os militares apoiam o regime, com excepções, umas boas outras más. Os nossos militares foram dos bons e lutaram para a menina poder dizer estes dislates sem apanhar umas palmatoadas. Se houve excessos, claro que houve, mas a menina dá-lhes mais importância que à ditadura. Santa ignorância... tremo de pensar que gente como a menina possa governar este país.


De Maria João Marques a 24 de Setembro de 2009 às 13:44
queridíssima amália,
"tremo de pensar que gente como a menina possa governar este país" - retribu o elogio. espere, é por termos sido governados por gente que pensa comoa amália que estamos a empobrecer como estamos.


De O Jumento a 23 de Setembro de 2009 às 17:05
Tenho honra na história do meu país, orgulho-me dos que so longo de toda a história se sacrificaram por ele.

Portugal nada me deve, mas eu devo muito aos que ajudaram a construí-lo, desde os que o fundaram até os que construiram uma democracia, desde D. Afonso henriques a Camões, desde Sá Carneiro a Mário Soares, desde Salgueiro Maia ao soldado raso que esteve no 25 de Abril.

Eu devo, outros não devem porque em matéria de democracia são pobres e mal agradecidos.


De Maria João Marques a 23 de Setembro de 2009 às 17:45
O que tem a ver ter honra na história do meu país com o meu post? E quem disse que não devo nada a ninguém? Não tenho é que viver aprisionada em deveres de favores a alguém que teve passado anti-salazarista. Como disse, se consideravam a ditaduraignóbil, tinham obrigação de a combater.


De Maria João Marques a 23 de Setembro de 2009 às 17:25
Caros escandalizados Jerónimo, Pedro e Ana Vidigal, em primeiro lugar acho indecoroso comparar o Estado Novo ao holocausto, que matou 6 milhões de judeus de forma particularmente bárbara, os usou como trabalho escravo e mataria mais milhões se a Alemanha nazi tivesse durado mais uns tempos.

Em segundo lugar, como acho que é +/- claro no post, não se trata de desinteresse pelo passado histórico. Virem como argumento de não querer conhecer a história é particularmente ridículo. Onde o Estado Novo e Salazar não interessam são em disputas eleitorais onde ninguém defende as políticas salazaristas, onde não há nenhuma questão ditadura versus democracia, onde não se discutem colónias, onde não se quer restabelecer a prisão para 'crimes' políticos, ...

O estado novo interessaria, por exemplo, para analisar a nossa complacência com líderes medíocres como Sócrates. Ou outras idiossincrsias portuguesas.

A utilização de Salazar e do Estado Novo além de nojenta é apenas uma forma de demonstrar que para a malta de esquerda a malta de direita não merece respeito sequer e que, na verdade, nem deveria jogar nesta democracia portuguesa que consideram propriedade da esquerda. Não é. Pelo menos enquanto eu pagar impostos.


De José Barros a 23 de Setembro de 2009 às 19:51
Se os comentadores abrileiros se sentem tão incomodados com o post, sugiro-lhes que respondam à seguinte pergunta: sob que governo do pós-25 de Abril houve violações constantes da liberdade de imprensa, liberdade de manifestação e liberdade de expressão? A resposta é só uma: sob o governo de Sócrates. Pelo que Sócrates é o que mais se aproxima de Salazar nos governos do pós-25 de Abril. Donde, os votos abrileiros devem ir para quem se opôs a tais violações: desde logo, o PSD que foi o único partido a denunciar sistematicamente a asfixia democrática. O resto é seguir os posts do Carlos Botelho sobre Salazar: estão lá o Caso Charrua, a visita de autoridades policiais a sedes sindicais, os interrogatórios policiais a professores da Madeira que se manifestaram, o afastamento de uma jornalista da TSF com a qual Sócrates tinha tido um diferendo, a tentativa de aquisição indirecta pelo Estado da TVI (operação PT), a extinção pela PRISA do Jornal Nacional, os processos judiciais movidos a jornalistas pelo PM, etc., etc....


De RN a 23 de Setembro de 2009 às 20:26
Sou uma jovem portuguesa muita orgulhosa no passado do meu país e para sempre agradecida a todos aqueles que tornaram possível que possa agora dizer todas estas parvoíces.
Se não agradece, devia, mas pelo menos abstenha-se.
Pegue no seu nojo e emigre, Portugal não precisa de si.


De Maria João Marques a 23 de Setembro de 2009 às 21:11
Cara jovem agradecida, então posso dizer 'parvoíces' ou devo abster-me? Noto algumas tendências totalitárias por aqui, ai noto sim senhora. De qualquer forma não me apetece abster-me.

Já a frase "Pegue no seu nojo e emigre, Portugal não precisa de si." é linda e também muito democrática. Eu não sei se a jovem agradecida é uma adolescente tonta agradecida (desconfio que sim), mas deixe-me que lhe diga que Portugal tem actualmente uma grande emigração qualificada, por alguma coisa razão. E tendo em conta que a administração fiscal e a legislação teimam em precisar dos meus impostos, e eu pago-os, é melhor ir dar sugestões de emigração aos seus amiguinhos adolescentes, sim? Muito agradecida.


De RN a 23 de Setembro de 2009 às 23:02
Claro que pode dizer as parvoíces que entender, entre outras ofender os adolcentes, dos quais infelizmente já não faço parte.
A tonta agradecida é apenas alguem que bem conhece a Constituição da República Portuguesa e que se desilude com as coisas que vê escritas.
Foi a primeira vez que efectuei um comentário e realmente não vale a pena.
Como pessoa qualificada (sou licenciada em Direito) talvez deva mesmo fazer parte da "emigração qualificada" pois com este tipo de mentalidade o meu amado Portugal nunca será melhor.
É caso para dizer que se temos políticos e políticas de nojo talvez seja porque parte (pequena) do povo português merece.
Perdoem-me todos aqueles que não merecem.


De Maria João Marques a 24 de Setembro de 2009 às 13:53
Está enganada, conheço muitos adolescentes inteligentes e sobretudo tolerantes com as pessoas que pensam de forma diferente, não pretendendo que essas pessoas sejam convidadas a sair do país. Teria muito a aprender com alguns adolescentes.


De José Barros a 23 de Setembro de 2009 às 23:06
Sou uma jovem portuguesa muita orgulhosa no passado do meu país - RN

Duvido, deve ser um daqueles assessores do governo engravatadinhos e "importantecos", travestidos de jovenzinha "orgulhosa da história do seu país".

Em todo o caso, e se é mesmo uma jovem portuguesa "muito orgulhosa do passado do seu país", então aconselho a revisitação do PREC, das nacionalizações, da reforma agrária, do processo de descolonização, das FP 25 e dos respectivos processos judiciais. Depois de estudar tudo isso que não vem nos manuais de história e perceber o papel das figuras políticas citadas - Mário Soares, à cabeça - venha trocar impressões, que eu, jovenzinho não tão orgulhoso, espero ansioso pelo debate.


De Maria João Marques a 24 de Setembro de 2009 às 13:50
"Duvido, deve ser um daqueles assessores do governo engravatadinhos e "importantecos", travestidos de jovenzinha "orgulhosa da história do seu país".
eh, eh. ó José, e diz isso logo a uma jovem qualificada que pensa como uma adolescente?


De Daniel a 23 de Setembro de 2009 às 20:35
A campanha segue previsivelmente mal. Nada que surpreenda. As campanhas eleitorais são, regra geral, pouco recomendáveis para quem ainda procure algum esclarecimento. Mas esta vai de mal a pior. Entretanto vão correndo notícias nas entrelinhas, pouco discutidas, nos jornais ou a meio dos telejornais, que nos deviam lembrar bem o que está em causa nestas eleições. Dívida externa superior a 100% do PIB. Perda de fundos estruturais a um nível sem precedentes, em particular na área da agricultura. Aumento continuado do desemprego. E umas recomendações da OCDE que nos dizem bem o que vai ser a próxima legislatura.
Entretanto a caravana do PS segue alegremente, e quem oiça os tempos de antena na rádio com aquela música tão comovente pensará que vivemos na melhor das nações. Aqui pela minha Évora de adopção vive-se na pendência de um grande investimento na área aeronáutica, com inauguração da primeira pedra pelo próprio PM, de uma unidade industrial de que se sabe agora não existir sequer um projecto licenciado. É o país do faz de conta. Vote-se, enfim, PS, e façamos todos de conta que não existe uma coisa chamada "realidade". Avançaremos para grandes obras faraónicas, hubs aeronáuticos e TGVs para o norte e para o sul, e viveremos então a admirar as novas pirâmides do regime. Com pouco mais que o deserto em redor.


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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