Quarta-feira, 23 de Setembro de 2009
publicado por Maria João Marques em 23 Set 2009, às 21:13

"A agência de ‘rating' Standard & Poor's (S&P) prevê que a economia portuguesa caia 4% em 2009 e 1,2% em 2010. 

Nos dois anos seguintes, o panorama não é muito melhor, com um crescimento pouco acima de 1% a agravar a divergência face à zona euro."

 

No DE.


7 comentários:
De Joaquim Amado Lopes a 23 de Setembro de 2009 às 23:44
(por favor, apague o meu comentário anterior; enviei-o por engano antes de corrigir "semestres" para trimestres")

Para o PIB cair 4% em 2009, quanto tem que cair ou subir nos terceiro e quarto trimestres?


De Maria João Marques a 24 de Setembro de 2009 às 13:37
Joaquim, no 2º trimestre, em termos homólogos (i.e., relativamente ao 2º trimestre de 2008) a economia tinha contraído 3,7%, e no primeiro trimestre contraíu 3,9%, pelo que será necessário manter no 2º semestre mais ou menos o mesmo ritmo de decrescimento do 1º semestre.

(Não sei se alguém apagou o seu comentário, mas eu nem o vi.)


De Joaquim Amado Lopes a 25 de Setembro de 2009 às 00:17
O PIB desceu 1,8% no primeiro trimestre e subiu 0,3% no segundo. Para que a previsão Standard & Poor's (S&P) se confirme, o PIB ainda terá que descer 2,5%.

Ou seja, por muito mal que as contas tenham sido feitas, o mais provável é que a euforia do "princípio do fim da crise" tenha sido prematura.


De Chavez do Areeiro a 24 de Setembro de 2009 às 00:36
Não eram essas agências que atribuíam ratings elevados, indicando segurança e solidez, às instituições financeiras e bancos hipotecários que faliram ou foram intervencionados pelos estados? Quanto a questões de credibilidade, estamos arrumados.

E, já agora, as previsões da comissão europeia, por exemplo, são significativamente diferentes, para melhor, por muito que isso vos incomode.


De Maria João Marques a 24 de Setembro de 2009 às 13:38
Sim, as previsões da UE têm umas décimas de diferença. Grande consolo.


De MJP a 24 de Setembro de 2009 às 02:05
O Teixeirinha só tem palpites, e nas noites em que dorme bem. Essa do princípio do fim está engraçada, porque ele também só descobriu a crise quando ela já ía no fim do princípio.


De Maria João Marques a 24 de Setembro de 2009 às 13:28
bem apanhado, MJP.


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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