Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009
publicado por Sofia Rocha em 24 Set 2009, às 13:41

Não há partidarização" do Conselho da Magistratura

 

 

" No pasa nada."

" Por supuesto."

 


5 comentários:
De jeronimo a 24 de Setembro de 2009 às 14:10
Retirado do Diário Económico:
Foi Laborinho Lúcio, nomeado pelo Presidente da República para o Conselho Superior da Magistratura, que propôs que a avaliação do juiz Rui Teixeira fosse suspensa


De GP a 24 de Setembro de 2009 às 15:36
Desculpe estar a citar um simples, mas agora não tenho tempo para procurar jornais (e, caso isto seja falso, também há-de ser fácil de desmentir): "Sucede que a proposta de suspensão da avaliação do juiz Rui Teixeira partiu de Laborinho Lúcio, nomeado pelo Presidente da República para o CSM. Laborinho Lúcio fez a proposta antes das férias judiciais. A recomendação foi aprovada com nove votos a favor, dois contra e uma abstenção. Foi o antigo ministro da Justiça de dois governos de Cavaco Silva quem propôs ainda “avocar ao Plenário” o processo de inspecção ordinária do juiz Rui Teixeira."

Agora, pergunto é por que é que no dia 24 continua a citar falsas bombas do dia 19, entretanto mais que desarmadas.


De jeronimo a 24 de Setembro de 2009 às 16:49
Eu posso responder a essa. Porque hoje em dia ainda há quem acredite na máxima de Goebels, de que uma mentira mil vezes repetida torna-se verdade. Provavelmente têm razão...


De GP a 24 de Setembro de 2009 às 16:20
(Ooops. Ali atrás, onde digo «citar um simples», queria dizer «citar um simplex», no caso o Eduardo Pitta.)


De Mário Cruz a 24 de Setembro de 2009 às 18:32
Estes dois senhores que acabam de comentar ou não sabem ler ou julgam que os portugueses são todos tolos.
Bastava terem lido o parágrafo seguinte da dita notícia do DE para perceberem o que se passou.

"Com esta proposta (de Laborinho Lúcio) ficou sem efeito a deliberação que tinha sido apresentada pelos três vogais Alexandra Leitão (assessora do PM), Carlos Ferreira de Almeida e Rui Patrício, membros indicados pelo PS."

Ou seja houve uma jogada de antecipação de Laborinho, membro indicado pelo PR. Isto não tira qualquer responsabilidade nem intenção ao PS. A pressão política ameaçadora não deixou de existir e é isso que se critica. Bem como o espírito de corpo dos três membros do Conselho Superior da Magistratura que não se esquecem nunca do cartão de militantes.


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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