Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009
publicado por Rodrigo Adão da Fonseca em 24 Set 2009, às 20:25

Foi com prazer que participei, com alguns companheiros aqui do Jamais, no debate promovido na FDL. Acho que mostrámos, em conjunto com o SIMplex, que independentemente das divergências - que são muitas, não só entre os dois blogues, mas dentro de cada um dos partidos e da assistência (em cada português, em cada um de nós, há um treinador de bancada) - o debate político pode ser interessante, descontraído e divertido. A política não tem de ser nem uma coisa necessariamente chata, nem deprimente.

 

No final, quando as coisas correm assim, todos acabamos por ser vencedores.


4 comentários:
De João Gonçalves a 24 de Setembro de 2009 às 22:10
Rodrigo... isso é a típica conversa mole que interessa a quem está e pode perfeitamente ficar. «Todos acabamos por ser vencedores.» Não. Vocês não ganharam nada com a gentileza apesar deles a agradecerem. Este "mumbo-jumbo" do qual, infelizmente, se alimentou o Jamais, só serviu para promover aquela gente. Agora já não vão a tempo de meter explicador.


De jeronimo a 24 de Setembro de 2009 às 22:42
e não se arranja um vídeo do evento ? é que aquela hora, é dificil assistir ao vivo...


De João a 24 de Setembro de 2009 às 23:06
Parece uma beca paleio de quem foi descascado...


De Rodrigo Adão da Fonseca a 25 de Setembro de 2009 às 00:29
João,
Discordo totalmente. Uma coisa é debater - e nenhuma diferença deixou de ser acentuada - outra coisa é haver momentos onde conseguimos estar todos numa sala num ambiente descontraído.
Aliás, no debate tivemos mais oportunidade de passar algumas das ideias mais relevantes: segurança social, a melhor forma de abordar a economia real, educação.
Eu não sou pessoa de nenhuma concessão no debate - levo vários anos disto e nisso não mudo - agora, desculpa, mas agrada-me que tenhamos conseguido discutir e marcar diferenças num clima agradável: e mais, que tenhamos conseguido passar bem algumas das nossas ideias.


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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