Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009
publicado por M. Isabel Goulão em 24 Set 2009, às 21:01

 

 

Em abono da verdade, não me “ajeito” a escrever sobre política como os meus colegas de blog, mas não é isso que me inibe de ter uma palavra sobre o que nos une neste espaço e nos traz até aqui. Simplesmente porque o posso fazer, tão fácil quanto isso. A poucos dias das eleições legislativas, recordo os inqualificáveis adjectivos com que foram brindando a Dra. Manuela Ferreira Leite ao longo de toda a campanha, os quais me coíbo de repetir. Foram palavras torpes a propósito da idade, do cabelo, do colar, dos erros de sintaxe, das ideias, uns dias a outra senhora, outros dias mulher, valeu (quase) tudo para a atacar com vileza.

Aos amigos e conhecidos que se indignavam com tanto vexame, sempre respondi que não se podia ligar. Não se devia ligar. Fazer de conta de que nada daquilo era importante. Porque, de facto, nada daquilo é importante. Há eleitores para todos os gostos. Se por um lado há quem aprecie esse estilo, também há o outro lado (que também vota) e que em nada se revê em graçolas de almanaque.

Em boa verdade, a mim agrada-me ver uma mulher num combate político. Admiro-lhe a resistência e a convicção. Vejo-a ajeitar o colar, o cabelo, concentrada ou sorridente (ela ri-se, imaginem…). Uma mulher valente e uma senhora corajosa. Não é outra senhora, é esta senhora e chama-se Manuela Ferreira Leite.

O importante é o que nos traz aqui a todos nós, em liberdade, sempre unidos no caminho da verdade,



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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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