Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009
publicado por João Villalobos em 25 Set 2009, às 11:52

O próximo domingo será um teste à memória dos portugueses sobre tudo aquilo que sucedeu no país e no governo nestes últimos 4 anos e meio. As promessas feitas e por cumprir, o amordaçar da contestação, a incapacidade das reformas, o aumento do desemprego e a descida do poder de compra. E ainda a fuga do investimento estrangeiro, o fechar das empresas e fábricas, o encerramento das urgências, a guerra aberta com os professores, a inexistência de uma política cultural, a incapacidade de mexer na Lei das Rendas, o instinto controleiro à base de chips e cartões únicos, o negócio dos contentores, as dívidas por pagar no reverso do instinto cego de cobrança e muito mais.

Nada mudou desde a fase do Prozac às caixas, quando Sócrates e os socialistas clamavam que tudo estava bem no melhor dos mundos, até à seguinte, desculpabilizando-se por tudo devido a uma crise que foram os últimos a reconhecer e a admitir.  

O próximo domingo será um teste à capacidade dos portugueses de confronto com a realidade. Mas também uma prova à confiança na sua própria capacidade transformadora para a criação de um futuro melhor do que aquele que se antevê.

Os eleitores, no momento de depositar o voto na urna, serão crescidinhos ou optarão por continuar a adormecer com histórias de embalar. Depois não venham é queixar-se quando  a história não tiver um final feliz.

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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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