Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009
publicado por André Abrantes Amaral em 25 Set 2009, às 14:10

Uma das mensagens que o PSD passou nesta campanha foi a do risco do endividamento público e privado que se agravou durante esta legislatura. É este endividamento que tem esmagado a economia, as empresas e as famílias. É este endividamento que trucida a nossa competitividade, impede a renovação do nosso tecido empresarial, o crescimento económico e tem conduzido ao desemprego milhares e milhares de pessoas.

 

O PS não olha com preocupação para o endividamento. Se o fizesse, assustava-se. Pelo contrário, o PS está eufórico. Há 13 anos que os socialistas carregam na Procura e estimulam o consumo, para fazer crescer a economia. Sempre à custa da qualidade dos serviços, à custa da rentabilidade do trabalho, à custa da evolução normal de uma economia que não pode respirar, porque o Estado a atrofia com impostos, regras e directivas. O preço está ser alto. O desastre vai ser atroz.

 

Hoje trabalhamos para pagar o peso em que se tornou o Estado. Amanhã, trabalharemos para pagar o monstro em se que vai tornar a dívida pública. Uma armadilha diabólica.

 

Também públicado no 'Novas Políticas'.


1 comentário:
De Amêijoa Fresca a 25 de Setembro de 2009 às 15:39
Com a dívida a esburacar
a um ritmo impetuoso,
não há forma de estacar
este E(e)stado untuoso.

O monstro esfomeado
não pára de engrandecer,
este país branqueado
continua a ensandecer.

O crescimento brutal
do monstro assustador,
o descalabro estatal
é por demais revelador.

A mitologia nacional
concebeu esta figura,
de natureza infernal
que tanto nos augura.

O arroubo elevatório
é por demais evidente,
sendo público e notório
a economia decadente.

A economia abatida
e um fisco perseguidor,
a revolta está contida
agudizando a nossa dor!

Perdida a inteligência
e a consciência moral,
é abjecta a intransigência
desta democracia visceral!


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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