Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009
publicado por Miguel Reis Cunha em 25 Set 2009, às 17:51

Tenho me deparado com muitas pessoas que se encontram ainda indecisas sobre  o sentido do seu voto. Uma parte significativa reconhece MFL como uma pessoa séria, rigorosa e competente. No entanto, manifestam alguma hesitação em votar no PSD porque, apesar de lhe reconhecerem méritos, dizem que MFL, em termos de imagem, empatia e forma de comunicação não os atraí. A este propósito já escrevi, aqui, dois posts ("A sedução da fantasia" e "A escolha dos médicos"), mas, acho que vale a pena voltar a reflectir sobre esta aparente importância da questão estética. É que neste dilema, muitos indecisos, embora vejam MFL como uma pessoa capaz, depois acham-na visualmente pouco atractiva. Quanto a Sócrates olham-no como um incompetente, graxista e fala-barato, mas, ao mesmo tempo , vêem-no como um desportista, com boa imagem visual e pleno de jovialidade.

Concordo que hoje em dia, na nossa sociedade, a imagem conta muito. Mas que diabo, se eu quiser um bom professor para os meus filhos, procuro um que seja sexy, graxista e com muita verborreia, apesar de o saber pouco capaz ou, ao invés,  procuro um que sei que é competente, ainda que possa ser esteticamente menos jeitoso ou dê menos "graxa" aos pais ? E para o governo do nosso país, escolho quem? De que serve a imagem e a estética de um político se me leva o país para uma futura bancarrota ? Se o seu governo produz muita e má legislação ? Se sufoca com impostos as PME's e as famílias ?

Acredito que o povo português saberá decidir e que os indecisos, neste domingo, no momento de votarem, a sós, no silêncio da sua consciência, saberão colocar a cruz no PSD. 

  



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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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