Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009
publicado por Maria João Marques em 25 Set 2009, às 17:56

Vou votar num partido que vê o nosso futuro feito pela capacidade individual e não pela omnipresença do Estado. Vou votar num partido que pretende aliviar as PMEs, de forma a criar emprego, e não investir em obras públicas de necessidade duvidosa que hipotecarão gerações futuras e dificultarão a vida às famílias e PMEs (que ficam com crédito mais caro). Vou votar num partido que percebe que não há margem para aumentar impostos e que estes devem ser reduzidos logo que houver folga. Vou votar num partido que sabe que consolidação orçamental só existe com redução de despesa pública. Vou votar num partido que soube conviver durante os anos de Cavaco Silva com O Independente, o jornal mais hostil que já tivemos em Portugal, e não num governo que tudo fez para condicionar os jornalistas. Vou votar num partido que não pretende controlar empresas, funcionários públicos, jornais, sindicatos, juízes, punindo os críticos e recompensando os respeitosos. Vou votar numa líder que não faz promessas para ouvir a própria voz e que não pretende cumprir. Que é tão segura de si própria que se apresenta aos eleitores sem representar. Que vê e entende a realidade e sabe que políticas são possíveis e adequadas. Que tem um percurso marcado pela seriedade. Que não receia ser impopular mas não necessita afrontar classes profissionais para ganhar estatuto de determinada. Que não aprecia o dirigismo estatista. Que me quer dar alguma liberdade nos serviços públicos. Que me vai dispensar, e aos meus filhos, de pagar o despesismo socialista.

 

Uma senhora de confiança.


3 comentários:
De Anónimo a 25 de Setembro de 2009 às 19:31
Assino incondicionalmente por baixo.
Cumprimentos
SEVERO


De Anónimo a 25 de Setembro de 2009 às 19:35
Subscrevo
Severo Guimarães



De José Barros a 25 de Setembro de 2009 às 21:52
Excelente post que subscrevo inteiramente.:)


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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