Segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
publicado por Tiago Moreira Ramalho em 28 Set 2009, às 19:35
Entrei neste blogue à data do seu nascimento. Fui amavelmente convidado por gente que julgava demasiado amável para o fazer e que, portanto, me desiludiu. Aceitei, hesitante, por na altura saber que ia defender algo que ainda não conhecia em toda a sua plenitude – ninguém, de que partido fosse, conhecia o que defendia na sua plenitude. Ainda assim avancei. Avancei porque via que Manuela Ferreira Leite, apesar de todos os problemas e casos, tinha uma visão do país que me era mais simpática do que a do PS de José Sócrates. Hoje, um dia depois das eleições, não me arrependo de ter estado aqui. Não devo ter convencido ninguém, nem ter tirado as indecisões a nenhum indeciso, mas ainda assim acho que valeu a pena. Não vou chorar derrotas nem cumprimentar vitórias – seria tolo, ainda não tenho de respeitar protocolos.
No meio de tudo isto, uma e uma só coisa me alegra: saber que não há possibilidade de haver governo participado pela extrema-esquerda e que para haver estabilidade, terão de ser feitas pontes de entendimento com partidos mais próximos (apesar de muito longínquos) daquilo que defendo.
Obrigado a todos e ver-nos-emos por aí, num país mais «avançado», talvez.

4 comentários:
De Rui a 28 de Setembro de 2009 às 20:24
O Jamais deve mudar de visual, uma imagem mais apelativa e ser mais aguerrido para afrontar o próximo desafio


De jorge ferreira a 28 de Setembro de 2009 às 20:37
Foi a derrota da falta de ideias, das contradições da Dona,e da tentativa de golpes baixos


De JPP a 29 de Setembro de 2009 às 01:48
Menino, regresse lá para a sua Universidade de Verão, sim? Deixe que nós tratamos do assunto com seriedade...


De Tiago Moreira Ramalho a 29 de Setembro de 2009 às 15:41
Epa que malta tão infeliz, com franqueza. Acha que se esse tipo de comentário me chateasse realmente eu andaria por aqui.


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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