Quarta-feira, 29 de Julho de 2009
publicado por Sofia Rocha em 29 Jul 2009, às 17:46

Ainda na conferência de hoje do DE, foram apontados os sectores da economia que merecem forte aposta:

 

- As comunicações;

- A energia;

- O mar;

- O Património histórico, edificado e não edificado;

- A fileira florestal.

 

A propósito da fileira florestal, Manuela Ferreira Leite lembrou que tradicionalmente sempre que o desemprego atingia números elevados, muitos desempregados dirigiam-se para o sector primário, para a Agricultura.

 

Hoje, pela primeira vez, tal não sucede: apesar do desemprego elevado, não existe essa transferência para a agricultura. É o resultado de políticas recentes que desmantelaram a agricultura nacional.

 


4 comentários:
De Francisco a 29 de Julho de 2009 às 19:49
"políticas recentes que desmantelaram a agricultura nacional"
recentes? Então e os subsídios agrícolas portugueses, vindos da Europa, que foram usados para apoiar a indústria automóvel alemã?
O desmantelamento da agricultura nacional foi uma escolha feita em Bruxelas sem o veto (e com apoio) dos governos Cavaco. Quiseram puxar o tapete debaixo da agricultura de subsistência. Daí decorre o facto dos desempregados não se transferirem para o sector primário.


De João Galamba a 30 de Julho de 2009 às 12:33
Sofia,

esclarece lá o que queres dizer com isto: "É o resultado de políticas recentes que desmantelaram a agricultura nacional."

beijinhos,
Joao Galamba


De Ricardo Ferreira a 30 de Julho de 2009 às 13:26
Ora bem, então vamos por partes:

Comunicações: estão incluídas as comunicações por meios de transporte e as comunições por meios tecnológicos.

Relativamente aos meios de transporte, existem projectos de enriquecer a rede, como o aeroporto e o tgv, mas que MFL quer rasgar. Existem igualmente, algumas auto-estradas, que eu proprio ponho em causa a sua utilidade, mas segundo este post, deveriam ser uma boa aposta.

Se estamos a falar de comunições com base em tecnologia, nunca o País investiu tanto em I&D, e pela primeira vez o investimento privado em I&D passou o investimento público. Para não falar que em 2007 e 2008, a balança comercial de produtos tecnológicos foi positiva para o País.

Energia: Portugal tem sido um dos países que mais tem investido em energias alternativas, como a eólica. No solar, existe um bom exmplo, mas este sector necessitaria de uma maior aposta. Existe igualmente o plano de aproveitamento hidríco dos cursos de água do País. Será que MFL também quer rasgar isto?

O mar: Infelizmente o mar ainda tem sido esquecido, não só por este governo mas também por outros anteriores. Fico a aguardar co curiosidade qual será a aposta forte de MFL no mar.

Património Histórico: Muito deste fica à gestão directa das autarquias, sendo que não existe em Portugal grande coerencia relativamente ao património histórico. Mas eu lembro-me que MFL quando foi Ministra quis, ou alienou algum património, sendo que algum era de interesse histórico (até se falou da antiga FCUP). Será que o vai fazer outra vez?

Fileira Florestal: Pela primeira vez vi alguém a falar da floresta e a teralguma preocupação com os efeitos dos incendios na mesma. Criou-se o GIPS, criou legislação para impedir flora de média e grande altura junto de habitações. É suficiente? Nem por sombras. Faltam unidades (e esta está relacionada com a anergia) de aproveitamento bioenergético dos resíduos de limpeza das floresta para produção de energia. Faltam incentivos à boa gestão das espécies florestais, faltam planos de ordenamento florestal.

Quando MFL foi Ministra, o Governo do qual fez parte fez alguma coisa? Acho que não. Também aguardo com ansiedade as apostas fortes de MFL na fileira florestal.



De assis a 30 de Julho de 2009 às 16:18
esta senhora não sabe do que fala. então o grande satã sócrates desmantelou a agricultura nacional? oh meus deus, é só verbos de encher para cumprir o objectivo: maledicência pura. mas a produção de azeite tem aumentado, bem como a produção de produtos da hortofruticultura e outros. vá vamos deixar-nos de vacuidade, de frases não comprovadas e vamos colocar na discussão factos, números e não retórica bacoca.


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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