Caros amigos,
Com a vossa autorização, vou colocar o link deste vosso sítio na listagem dos meus blogues favoritos e a visitar diariamente.
Melhores cumprimentos
José Magalhães
De João Pereira a 24 de Julho de 2009 às 11:15
Juraria que tinha sido um homem a escrever este post, mas só no final vi que foi uma Mulher. Talvez daquelas que se envergonham por existir uma Lei da Paridade que promove a sua participação na política e esta não ser mais "natural", como toda a gente gostaria. Mas só não percebo, cara Maria João Marques, porque não arroja exactamente os mesmo argumentos para com os homens, sendo que eles já lá estão bem maioritariamente. E olhe que muitos também só lá devem estar pelas suas carinhas larocas, que de competência não temos visto muito na nossa curta democracia, ou não estaríamos como estamos, não acha?
Estranho que também não comente que dos principais partidos, o PSD é o único cujo líder é uma mulher. Que não necessitou de quotas para lá chegar, acrescete-se,
E mais: foi o único que teve 4 ministras ao mesmo tempo em pastas como a Justiça, as Finanças ou os Negócios Estrangeiros (e não na Educação ou Saúde ou Cultura, como os socialistas gostam). Escrevi isto no Eleições 2009 e tive reacções irritadas do lado PS. Hei-de voltar.
De joão gaspar a 24 de Julho de 2009 às 22:23
deduzindo que isso diz respeito ao governo do durão,
ou me escapa outra ministra da justiça ou a celeste cardona é do cds.
e se não estou em erro, tanto a teresa gouveia como a graça de carvalho só entraram em substituição dos ministros que lá estavam. logo, a lista inicial deste governo na verdade contava com apenas uma ministra do psd.
este argumento já era suficientemente fraquinho sem ocorrer em imprecisões.
João Gaspar, por acaso estava com a ideia de que a Graça Carvalho entrou logo no início, mas não, foi só depois. E o que interessa? Eu não escrevi que as 4 ministras estiveram todas de início, pois não? Nem que eram todas do PSD, mas sim que estavam num governo liderado pelo PSD e tendo um PM do PSD que é quem escolhe os ministros e ministras. Até podiam ser independentes - who cares?
De Inês Costa a 25 de Julho de 2009 às 16:12
"who cares"?!
Você, cara Maria João. Ou não foi isso que motivou o inflamado post supra? Ou será que a correcção dos factos só interessa se o partido a que tanto se opõe sair visado?
Ìnês Costa, se for tentando a lógica não é algo muito difícil. O que interessa que uma ministra de um governo seja militante de um partido ou não para aferir o nº de senhoras que fazem parte de um governo? Acha que só posso falar de 2 ministras (MFL e TPG; não sei se Graça Carvalho é militante) porque só estas são militantes do PSD?
Por favor,já que isto vai durar até às eleições, encontrem argumentos com um bocadinho de qualidade!
Ó caro João Pereira, só mesmo a experiência de participar num blogue de apoio a um partido numas eleições legislativas para me acusarem implicitamente de machismo. Só visto. Não tenho nada contra as caras bonitas, até gosto bastante da minha, desde que as donas das caras bonitas não se candidatem a mandatos que não pretendem exercer. Foi suficientemente clara, ou ainda não?
Já quanto à lei da paridade, obrigada pela sua preocupação, mas pela minha parte nunca necessitei de quotas para ser bem ou mal sucedida. Preocupe-se antes com os papagaios, que até podem apanhar gripe A, que as mulheres não precisam.
Recordo que há uns anos também houve uma senhora chamada Rosa Mota que foi eleita deputada pelo PS no Porto. Não me recordo sequer se chegou a ir ao Parlamento...
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