Segunda-feira, 3 de Agosto de 2009
publicado por Carlos Botelho em 03 Ago 2009, às 14:44

Não é líquido que as Escolas se tornem mais autónomas, se forem ligadas umbilicalmente às autarquias. Pelo contrário.


3 comentários:
De Núncio a 3 de Agosto de 2009 às 16:17
A autonomia das escolas começa na escolha democrática, pelos pares, dos seus órgãos directivos e continua na existência de regras claras e sólidas de comportamento e funcionamento, pedagógico, administrativo e social, dentro dos espaços e tempos escolares, para todos cumprirem: professores, alunos e pais.


De Francisco a 4 de Agosto de 2009 às 11:18
Passa por acabar com o plano director à la URSS que é desenhado por uma cambada de tecnocratas politicamente destacados para ser assinado por um qualquer ministro.
Passa por os professores terem o seu trabalho devidamente avaliado (assim como os alunos).
E passa por os portugueses terem oportunidade de avaliar a escola onde têm que por os filhos.


De Carlos Botelho a 4 de Agosto de 2009 às 17:43
O comentário do Núncio é mais sensato, mais ADEQUADO ao que deve ser a Escola, do que o do Francisco.
Talvez o Francisco não se aperceba, mas o seu comentário limita-se a reproduzir lugares-comuns abstractos TIPICAMENTE SUBTRAÍDOS A EXAME PELA SUA POPULARIDADE FÁCIL. Indicar como panaceia, sem mais, a famosa "avaliação dos profs" e, depois, num parênteses condescendente, mencionar de passagem a dos alunos, mostra bem como as coisas estão invertidas. E o que é, REALMENTE, isso de "os portugueses avaliarem as escolas dos filhos"? Como se opera uma coisa dessas sem degradar (ainda mais) a Escola - que devia estar protegida de parvoíces populistas- ? Deixe-me dizer uma coisa certamente impopular: as chamadas "famílias" não têm competências científicas nem pedagógicas para avaliarem a "função" propriamente escolar da Escola.
(Se quer que lhe diga, Francisco, na fúria classificadora deste ministério - os "territórios de intervenção especial" e as "áreas" de mais não sei quê - encontro mais semelhanças com o III Reich do que com a URSS.)


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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