Sexta-feira, 24 de Julho de 2009
publicado por Paulo Marcelo em 24 Jul 2009, às 11:43

Isso poderia passar pela aprovação de um Código de Boas práticas para a Nomeação de Gestores e Titulares de Cargos Públicos, que concretize alguns princípios gerais para defesa do interesse público e de combate ao amiguismo/partidarismo que são uma grave doença especialmente no sector público. Em especial, princípio do mérito e adequação à função, transparência, objectividade e fundamentação, igualdade de oportunidades, princípio da integridade e sentido de serviço público. A responsabilidade da nomeação continuava a ser do órgão político competente, mas o processo tinha de cumprir certas regras para melhorar a objectividade e a transparência. Esta ideia baseia-se na experiência inglesa aqui disponível. E no Code of Practice for Public Appointments. Voltarei a esta ideia em breve para desenvolver um pouco mais.


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4 comentários:
De HAL_9000 a 24 de Julho de 2009 às 12:26
Acho que se podia começar pelas listas de deputados candidatos à AR, o PSD podia liderar pelo exemplo, colocando on-line o CV suficientemente detalhado de cada um dos candidatos a deputado.


De Paulo Marcelo a 24 de Julho de 2009 às 12:53
Pois, compreendo e agradeço e comentário.
Talvez um dia lá cheguemos, mas apesar de tudo é diferente porque no caso dos deputados a decisão final é dos eleitores e há outros processo bem menos democráticos e transparentes.



De pl a 24 de Julho de 2009 às 14:20
Pois, mas esse é também um dos problemas. A prestação de contas sai de um patamar de responsabilização (que muitas vezes se calhar entra no domínio do código penal) para uma avaliação nas urnas, que na maioria dos casos limpa tudo.

Enquanto os gestores públicos/políticos não forem de facto responsabilizados pelos actos de má gestão que cometem (sem falar nos "alegados" roubos, crimes de peculato, etc) dificilmente se criará uma administração pública séria.

pl


De HAL_9000 a 24 de Julho de 2009 às 16:08
Mas qual é dificuldade de se colocar on-line o CV dos candidatos a deputados?

Compreendo que alguns não o tenham, só lá vão parar pelo "amiguismo/partidarismo que são uma grave doença especialmente no sector público".


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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