Terça-feira, 4 de Agosto de 2009
publicado por Maria João Marques em 04 Ago 2009, às 14:49

é o título de uma notícia da edição impressa do Público de hoje, atribuindo ao Tribunal de Contas o número de 1,4 milhões de portugueses sem médico de família. O ministério da Saúde contesta este número (sem, no entanto, contrapor outro) afirmando que esta sobrevalorização se deverá a falta de limpeza dos registos dos utentes (que, digo eu, também deve ser competência do mesmo ministério da Saúde, e esta 'falta de limpeza' da sua responsabilidade, até por questões estatísticas e de melhoramento da prestação de cuidados de saúde aos utentes do SNS). De qualquer forma, o número dos que não têm médico de família será de umas centenas de milhar: só no Algarve estimam-se entre 80.000 e 100.000 os utentes sem médico de família. Tendo, aparentemente, o número aumentado.

 

Note-se que estes números são resultado das políticas de um governo que não só não promoveu a escolha pelos utentes entre os serviços de saúde público e privados, como não aproveitou qualquer disponibilidade dos privados para minorar os constrangimentos do SNS (mesmo quando o custo de produção dos privados era inferior ao público) como, ainda, tudo fez para, através de regulamentações, limitar a actuação dos prestadores de serviços de saúde privados. Para quem se queixa da falta de diferenças entre PS e PSD, eu não posso deixar de dizer que discordo; escrutinam-se as políticas deste PS e não pode deixar de reparar no seu cariz socialista e socializante: no caso da saúde, atacam-se os privados e nem se garante o mínimo de bons serviços de saúde no SNS, ao mesmo tempo que se obriga à sua utilização.



Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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