Quarta-feira, 5 de Agosto de 2009
publicado por Rodrigo Adão da Fonseca em 05 Ago 2009, às 15:57

 

"Não se deve exigir aos nossos marretas que apontem caminhos, que encontrem soluções ou que resolvam os nossos problemas. No entanto, dever-se-á exigir que sejam um pouco mais desenvoltos a explicar ao povo os méritos de algumas das políticas públicas mais inovadoras perseguidas por Portugal nas últimas décadas".

 

Gonçalo Pires, no SIMplex (no post "Profissão: céptico")

 

Como é lindo de ver a Esquerda a inovar com o dinheiro dos contribuintes e a "explicar ao povo" os méritos das suas políticas públicas.

 

Só não percebo porque todos estes políticos que adoram "arriscar" e "inovar", no que são - nas palavras do Gonçalo Pires - altamente competentes, não se tornam exclusivamente empresários. É uma dúvida que domina o meu espírito há anos...


5 comentários:
De Carlos Cidrais a 5 de Agosto de 2009 às 16:43
Touche!
Acho que o Rodrigo ganhou este round...


De Anónimo a 5 de Agosto de 2009 às 17:02
Talvez o Coelhone lhes encontre um tachito.


De portela menos 1 a 5 de Agosto de 2009 às 18:03
(...) Como é lindo de ver a Esquerda a inovar ...

disse Esquerda? não nos faça rir sff!


De am a 6 de Agosto de 2009 às 14:59
Talvez eu possa ajudar a dar descanso ao seu espírito por uns minutos:
E se para algumas pessoas as coisas não se pusessem nos termos "Se eu for competente vou ganhar dinheiro para o privado, onde arricar e inovar é preciso para ficar rico, mas se calhar sou só mediocrezinho e por isso o melhor é ir gerir o dinheiro dos contribuintes"

Chama-se noção de serviço público


De Rui Carlos Gonçalves a 22 de Agosto de 2009 às 17:28
"Chama-se noção de serviço público"

Há os que usam o dinheiro dos contribuintes para prestar serviço público, e há os que usam o dinheiro deles para prestar serviço público (criando empregos, desenvolvendo investigação, patrocinando actividades culturais, etc.).


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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