Domingo, 16 de Agosto de 2009
publicado por João Gonçalves em 16 Ago 2009, às 14:50

Este é filho do outro. Um pouco de pudor deveria refrear-lhe os instintos. Expele exactamente o mesmo estilo de flatulência política do papá. Não aprenderam nada. Não esqueceram nada. Estão bem em casa. Em família.


29 comentários:
De andreia lopes a 18 de Agosto de 2009 às 13:07
que baixo nível... Quer chegar onde? Olho para estas laranjas podres e percebo que assim ninguém nos vai livrar de mais 4 anos de Sócrates.


De Economista555 a 18 de Agosto de 2009 às 13:32
E diz-se este gajo católico!
Se calhar até vai á missa :)

Abr


De Anónimo a 18 de Agosto de 2009 às 20:11
Que elevação e educação demonstra o autor deste texto.

Teria sido melhor, se conseguiisse contestar o que é dito no outro lado, mas como isso é impossível, preferiu o insulto torpe e baixo...

Bem ilustrativo de quem o usa, para fazer política.


De Beatrice von Bismarck a 18 de Agosto de 2009 às 21:33
Cara Sra. D. Amália

Por acaso até sei e com o conhecimento de quem foi aluna do dito cujo em apreço. Sendo certo que dez aulas bastaram para que me pusesse a andar dali para fora.

Desconhecia que a criatura escrevia sobre economia e, ainda por cima, num registo tão semelhante ao dos artigos de opinião do Sr. Governador do Banco de Portugal.

Sim ?


De concha a 19 de Agosto de 2009 às 14:37


desespero, falta de escrupulos,imbecilidade, o que se passa ,meu?


De Raquel a 21 de Agosto de 2009 às 20:33
Muitíssimo infeliz esta sua postada. Diz muito do seu carácter.
Não é com este tipo de argumentos que lá vai.
É um mau exemplo para as "novas gerações" de políticos. E eu que ainda tinha esperança no futuro.
Já agora, que idade tem o João?
Conversa de putos, é o que isto é. Um conselho sincero, modere o discurso, vá, não seja mais um reles codrilheiro como tantos que por aí pululam.


De Anónimo a 24 de Agosto de 2009 às 18:43
João Gonçalves é desses seres que quando está atrás do teclado é de uma violência arrasadora, mas, cara a cara, desfaz-se em simpatia.


De B.A. a 29 de Agosto de 2009 às 15:22
São marfim do mesmo elefante!
Ou, como diria um qualquer "pinta", de Chelas ou de Nafarros: "Quem sai aos seus não é de Genebra...".


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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