Domingo, 16 de Agosto de 2009
publicado por João Villalobos em 16 Ago 2009, às 23:26

A ver se percebi. O João Galamba chamou ao João Gonçalves "fiho da puta". Foi no Jugular. Mas primeiro esse-outro-que-é-o-mesmo João Galamba escreveu um post mais comedido no Simplex, imagino que na qualidade de putativo deputado do PS (reparem como silabicamente "puta" surge aqui duas vezes).

Uma vez chamado à atenção, ambos os Joões Galambas decidiram corrigir não o primeiro mas o segundo post e, vai-se a ver, agora temos um putativo deputado a chamar "filho da puta" a outro bloguer porque, o tempora o mores, Gonçalves disse que o pai Constâncio e o filho Constâncio estavam bem um para o outro.

Eu, pela parte que me toca, só tenho a dizer o seguinte: Leiam os posts do putativo deputado João Galamba, que concorre contra Pacheco Pereira em Santarém. Depois, pensem em conformidade em qual dos dois vão votar. Como dizia a minha avó: "Há sempre uma altura em que a porcelana se parte. E é então que percebemos quem realmente tomou chá em pequenino". 

*Título roubado a Irene Lisboa (também publicado no Corta-Fitas)


6 comentários:
De josé maria cabral a 17 de Agosto de 2009 às 00:47
Tomei chá em pequenino e usei colheres de prata e de certeza que vou votar no João Galamba e nunca, jamais no Pacheco Pereira.


De NetKingCool a 17 de Agosto de 2009 às 03:34
o chinelo serve sempre a varias pessoas
a má impressão já ninguem tira ao rapaz


De nélito relhálha a 17 de Agosto de 2009 às 04:12
o que a pessoa não tem, o chá não empresta.


De Rasgão a 17 de Agosto de 2009 às 09:21
É por causa de histórias como essa da avó, da porcelana e do chá que eu voto no PS.


De Anónimo a 17 de Agosto de 2009 às 11:15
Palavras para quê?São os imitadores do chefe.


De Miguel Marujo a 17 de Agosto de 2009 às 10:50
eu acho lamentável o insulto do Galamba, demasiado, porque a política bem o dispensava, ao insulto e ao tom e ao argumentário inexistente... mas gostava de ler o mesmo sobre José Eduardo Martins que disse bem pior no Parlamento, lá sentadinho, aos berros, ao Afonso Candal, e foi desculpado pelos seus e pediu desculpa a todos os deputados e não ao Candal...


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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