<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<!---->
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
  <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais</id>
  <title>Jamais</title>
  <subtitle>jamais</subtitle>
  <author>
    <name>jamais</name>
  </author>
  <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/"/>
  <link rel="self" type="text/xml" href="http://blogs.sapo.pt/users/jamais/data/atom"/>
  <updated>2010-11-20T17:13:48Z</updated>
  <link rel="service.feed" type="application/x.atom+xml" href="http://blogs.sapo.pt/users/jamais/data/atom" title="Jamais"/>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:262913</id>
    <author>
      <name>Paulo Marcelo</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/262913.html"/>
    <issued>2009-09-30T23:13:19</issued>
    <title>Valeu a pena dizer "Jamais"</title>
    <published>2009-09-30T22:30:59Z</published>
    <updated>2009-10-06T08:58:54Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: left"&gt;Os blogues colectivos envolvem riscos. Não é fácil conciliar tantas personalidades diferentes com identidade e coerência. Apesar do nosso objectivo principal -contribuir para uma mudança política em Portugal- não ter sido alcançado, o balanço que faço é muito positivo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left"&gt;Fomos &amp;quot;alinhados&amp;quot; mas nunca previsíveis. Fomos uma voz livre e irreverente, mostrando que a política não tem que ser cinzenta, nem feita por gente sisuda em sedes partidárias ou gabinetes governamentais. Apesar das críticas, por vezes duras, contra a máquina de propaganda socialista, não caímos nos ataques pessoais, contribuindo para elevar o debate político, numa campanha já demasiado marcada por episódios asfixiantes. Conciliámos experiência com juventude, lançando novos autores na blogosfera política. Escrevemos mais de 1000 textos originais, gerando milhares de comentários e mais de 130 mil visitas (cerca de 259 mil &amp;quot;page views&amp;quot;).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left"&gt;O espaço político &amp;quot;não socialista&amp;quot; tem um caminho a percorrer. Crescer em convicção e em clareza, no modo como apresenta o seu projecto e defende as suas ideias. Ganhar o &amp;ldquo;argumento&amp;rdquo; para depois ganhar o poder, alcançando uma mudança política duradoura em Portugal. Convicção não faltou neste blogue. Espero que alguns dos argumentos que aqui produzimos façam o seu caminho. Apesar do resultado eleitoral negativo, valeu a pena dizer &amp;quot;&lt;i&gt;Jamais&amp;quot;&lt;/i&gt;. O vernáculo manguito ficou adiado, mas surgirá na altura própria, e não teremos de esperar quatro anos.&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:262781</id>
    <author>
      <name>Nuno Gouveia</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/262781.html"/>
    <issued>2009-09-29T13:14:59</issued>
    <title>jamais @ 2009-09-29T13:14:59</title>
    <published>2009-09-29T01:32:19Z</published>
    <updated>2009-09-29T12:06:38Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify; "&gt;&lt;i&gt;&amp;ldquo;Today we have done what we had to do. If necessary, we shall do it again.&amp;rdquo;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right; "&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Ronald Reagan&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right; "&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; "&gt;Sinto uma enorme satisfação por ter colaborado este espaço. O PSD não venceu, mas a luta por um Portugal melhor prossegue dentro de momentos. &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:262592</id>
    <author>
      <name>Sofia Rocha</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/262592.html"/>
    <issued>2009-09-28T22:48:06</issued>
    <title>A luta continua.</title>
    <published>2009-09-28T21:58:02Z</published>
    <updated>2010-11-20T17:13:48Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O dia seguinte.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;À tarde, li as notícias do &lt;a href="http://aeiou.expresso.pt/ue-processa-portugal-por-defice-excessivo=f538274"&gt;processo da UE por défice excessiv&lt;/a&gt;&lt;a href="http://thecomedians.blogs.sapo.pt/"&gt;o&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;À noite, ouço o Dr. Pedro Silva Pereira na Sic-notícias, a dizer exactamente o que disse nos últimos quatro anos e meio.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Com o dia a terminar, só posso dizer: Meus amigos, a minha luta de ontem é a minha luta de hoje.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nem sequer posso dizer "Mutatis mutandis", é que não mudou nada.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A luta continua.&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:262223</id>
    <author>
      <name>Daniela Major</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/262223.html"/>
    <issued>2009-09-28T21:06:31</issued>
    <title>Boa noite e boa sorte</title>
    <published>2009-09-28T20:25:33Z</published>
    <updated>2009-09-28T20:28:25Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;




 



&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(41, 48, 59);"&gt;Vou começar este texto por dar os parabéns a José Sócrates e ao Partido Socialista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(41, 48, 59);"&gt;Quanto aos resultados das eleições, eu não procuro responsabilidades, prefiro tirar lições do que aconteceu. Um inglês que vive em Portugal há muitos anos uma vez disse-me que o nosso problema é que passamos demasiado tempo à procura de quem tem culpa e pouco tempo a tentar resolver os problemas. Manuela Ferreira Leite tem obviamente responsabilidades no que aconteceu mas seria no mínimo injusto afirmar que a culpa é toda dela até porque, como se viu ontem, os &amp;ldquo;abutres do Partido&amp;rdquo; estavam mesmo à espera destes resultados. Ferreira Leite tentou ganhar as eleições fazendo política de uma maneira diferente. Era uma boa ideia mas não pegou. Ferreira Leite não convenceu, não conseguiu criar bandeiras, não conseguiu passar a mensagem. Ela cometeu, sem dúvida, alguns erros estratégicos que o &lt;a href="http://jamais.blogs.sapo.pt/261109.html"&gt;texto do Pedro Picoito &lt;/a&gt;explica muito bem. Isto aliado ao pouco jeito para a comunicação e para a &lt;i style=""&gt;realpolitik&lt;/i&gt; de que também já aqui se falou, ditou o desfecho das eleições. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(41, 48, 59);"&gt;Quanto ao futuro, esperam-nos mais quatro anos de política socialista. Eu continuarei por aqui, provavelmente a fazer oposição, a não ser que me canse da blogosfera, porque isto de escrever não é nada fácil. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(41, 48, 59);"&gt;Dou assim por terminada a minha participação no blogue não sem antes agradecer a todos os meus colegas do Jamais, que depositaram em mim a sua confiança, com um especial agradecimento ao Carlos Botelho, Miguel Noronha, Paulo Marcelo, Rodrigo Adão da Fonseca e Tiago Moreira Ramalho. Aproveito também para agradecer a todos as pessoas que comentaram os meus posts. Se a memória não me falha, penso que aceitei todos os comentários que me fizeram com a excepção de um que me acusava de falta de escrúpulos, coisa que eu não admito. Mas de resto, todos os que comentaram fizeram-no de maneira educada, contribuindo para o debate de ideias. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(41, 48, 59);"&gt;Foi um enorme prazer escrever neste blogue e participar activamente numa &amp;ldquo;batalha política&amp;rdquo; que lá por ser travada através de um computador não deixa de ser interessante. Só me resta desejar boa sorte. Aos vencedores e aos derrotados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:261909</id>
    <author>
      <name>Tiago Moreira Ramalho</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/261909.html"/>
    <issued>2009-09-28T19:35:27</issued>
    <title>Até amanhã camaradas</title>
    <published>2009-09-28T18:36:38Z</published>
    <updated>2009-09-28T18:36:38Z</updated>
    <content type="html">&lt;div&gt;Entrei neste blogue à data do seu nascimento. Fui amavelmente convidado por gente que julgava demasiado amável para o fazer e que, portanto, me desiludiu. Aceitei, hesitante, por na altura saber que ia defender algo que ainda não conhecia em toda a sua plenitude &amp;ndash; ninguém, de que partido fosse, conhecia o que defendia na sua plenitude. Ainda assim avancei. Avancei porque via que Manuela Ferreira Leite, apesar de todos os problemas e casos, tinha uma visão do país que me era mais simpática do que a do PS de José Sócrates. Hoje, um dia depois das eleições, não me arrependo de ter estado aqui. Não devo ter convencido ninguém, nem ter tirado as indecisões a nenhum indeciso, mas ainda assim acho que valeu a pena. Não vou chorar derrotas nem cumprimentar vitórias &amp;ndash; seria tolo, ainda não tenho de respeitar protocolos.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;No meio de tudo isto, uma e uma só coisa me alegra: saber que não há possibilidade de haver governo participado pela extrema-esquerda e que para haver estabilidade, terão de ser feitas pontes de entendimento com partidos mais próximos (apesar de muito longínquos) daquilo que defendo.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Obrigado a todos e ver-nos-emos por aí, num país mais «avançado», talvez.&lt;/div&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:261641</id>
    <author>
      <name>Rodrigo Adão da Fonseca</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/261641.html"/>
    <issued>2009-09-28T16:29:31</issued>
    <title>Post final</title>
    <published>2009-09-28T16:12:22Z</published>
    <updated>2009-09-28T16:21:07Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt;Quase tudo já foi dito sobre o resultado eleitoral de ontem. Não serei eu quem terá algo mais a acrescentar. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Foi com prazer que, desde a primeira hora, participei, quer no Jamais, quer em outras iniciativas promovidas pela actual Direcção do PSD, como o Fórum Portugal de Verdade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Portugal precisa de um PSD forte, com espírito reformista, de um PSD que enfrente os problemas do país sem artificialismos, exigindo um ambiente social e económico respirável, onde o Estado não tenha uma presença asfixiante. É este o núcleo essencial do conteúdo da mensagem da &amp;quot;Política de Verdade&amp;quot;, um programa eleitoral onde se procuram apresentar soluções para Portugal, realistas, ideias de governo exequíveis e avaliáveis pelos cidadãos, longe das utopias que o Partido Socialista vende ao país.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Encerro a minha participação no Jamais, não sem enviar um agradecimento especial a todos os que aceitaram, num momento em que até poderia ser mais cómodo manter silêncios cúmplices, o desafio de escrever neste blogue.&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:261425</id>
    <author>
      <name>André Abrantes Amaral</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/261425.html"/>
    <issued>2009-09-28T12:31:12</issued>
    <title>O novo PSD</title>
    <published>2009-09-28T11:34:42Z</published>
    <updated>2009-09-28T11:34:42Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;






  
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;O PSD perdeu as eleições, de pouco servindo a satisfação de Sócrates ter perdido a maioria absoluta. O PSD precisa de se reencontrar para poder continuar a ser um partido importante para a democracia portuguesa. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://jamais.blogs.sapo.pt/261109.html"&gt;Subscrevo as razões do Pedro Picoito&lt;/a&gt;. Há muitas mudanças que têm de ser feitas e muitas pessoas que terão de deixar a vida política para que dêem lugar a uma nova geração. Mas é preciso ter calma e perceber duas coisas: Em primeiro lugar, que toda a mudança leva tempo e, em segundo, que se deram os primeiros passos nesse sentido: As críticas ao investimento público como motor da economia foram acertadas, só sendo preciso realçar e acreditar mais nas alternativas; o trabalho do Instituto Sá Carneiro foi excelente, bastando apenas que venha a ser mais aproveitado. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;






&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;





&lt;span&gt;As ilações terão de ser tiradas. O trabalho vai ser feito, novas políticas serão apresentadas, uma alternativa política vai surgir. Um PSD sem traumas por ser de direita, por se apresentar como liberal, está aí ao virar da esquina. &lt;/span&gt; 





&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:261109</id>
    <author>
      <name>Pedro Picoito</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/261109.html"/>
    <issued>2009-09-28T01:16:40</issued>
    <title>"Obrigado Manuela", seguido de "Os Nossos Erros" </title>
    <published>2009-09-28T02:59:40Z</published>
    <updated>2009-09-28T12:14:18Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt;O PS ganhou as eleições, com um mau resultado, e o PSD perdeu-as, com um péssimo resultado. É só isso o que me interessa e é só isso o que deve interessar todos os que queriam derrotar Sócrates. O campeonato de quem mais subiu e desceu é literalmente secundário: o único objectivo do PSD era a vitória. E nem sei que nome dar ao campeonato dos que fizeram das eleições de hoje um referendo a Manuela Ferreira Leite. Ou a Pacheco Pereira. Fetichismo?&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Apesar do resultado, começo por dar os parabéns a Manuela Ferreira Leite. Há um ano, pegou num partido em estado comatoso, com uma liderança alienígena e sondagens deprimentes, e trouxe-o até aqui. Contra tudo e todos (sendo tudo e todos um dos governos mais demagógicos da história da democracia portuguesa, uma comunicação social adversa e a permanente oposição interna), levou o PSD a ganhar as europeias e a discutir as legislativas palmo a palmo. Agora que se afiam as facas longas, fica a minha homenagem.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Dito isto, o PSD deve tirar conclusões sobre o que correu mal. O partido teve um resultado pouco superior ao de 2005, o que significa que quase não ganhou votos ao PS. Se pensarmos que o PS perdeu cerca de meio milhão de votos, mas o CDS cresceu 175 mil e o Bloco de Esquerda 190 mil, é fácil concluir que o PSD não captou o voto dos muitos descontentes do socratismo. Como era sua estrita obrigação. Acrescentemos que, segundo as sondagens, PS e PSD estiveram muito próximos nas intenções de voto até à última semana de campanha, quando ainda havia quase 40% de indecisos. Ou seja, nos últimos dias o PSD deixou esses indecisos fugirem para o CDS e até para o BE.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Porquê?&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Sem prejuízo de uma leitura mais complexa, que fica para depois, julgo que o PSD cometeu três grandes erros.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Primeiro: a constituição das listas de deputados. É, quanto a mim, o erro capital. Como explicou Luís M. Jorge &lt;a href="http://vidabreve.wordpress.com/2009/08/15/a-explicacao-da-asneira/"&gt;num post premonitório&lt;/a&gt;, não se pode ter por mote as palavras &amp;quot;Política de Verdade&amp;quot; - e depois pedir aos portugueses que votem em António Preto e Helena Lopes da Costa. Não se pode, pura e simplesmente. Ponto final. É uma contradição. Curtocircuita a mensagem. Dá a entender que, afinal, somos iguais aos socialistas. (Basta ver a indiferença generalizada com que foram recebidas as notícias relativas ao financiamento criativo das campanhas do PS pelo Dr. Lello.)  Com a agravante de que, entre o anúncio das listas em meados de Agosto e a apresentação do programa em início de Setembro, o PSD não criou nenhum facto político que aliviasse o massacre a que Manuela Ferreira Leite foi submetida por estas escolhas. E com outra agravante: ao escolher alguns rostos conhecidos do cavaquismo para cabeças de lista, Manuela Ferreira Leite mostrou preferir a experiência do passado à renovação do grupo parlamentar. Um mau sinal para quem queria passar a ideia de mudança. E com outra agravante ainda: Deus Pinheiro e Couto dos Santos dedicaram-se alegremente a defender o bloco central, quando o PSD tentava a todo o custo diferenciar-se do PS. E obrigaram a líder a corrigi-los, quando devia atacar  Sócrates. É muita coisa junta.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Segundo erro: o esgotamento da &amp;quot;asfixia democrática&amp;quot;. Ao contrário de muita gente, entendo que foi um bom tema de campanha.  Porque se vive hoje em Portugal um clima de condicionamento da sociedade civil, da função pública e até de órgãos de soberania não controlados pelo PS que só tem paralelo nos idos do PREC. O telejornal que mais tem investigado o caso Freeport acaba por &amp;quot;critérios empresariais&amp;quot;, uma editora com uma biografia incómoda sobre o Primeiro-Ministro não a publica, a correspondência interna de um jornal criticado por Sócrates é manchete de um jornal concorrente elogiado por Sócrates, os magistrados que investigam o caso Freeport são alvo de pressão por parte de outro magistrado próximo do Governo, um funcionário público é afastado por contar uma anedota sobre o Primeiro-Ministro, a directora do Museu Nacional de Arte Antiga é demitida por criticar a política do Ministério da Cultura numa entrevista, o maior banco privado é entregue pelos seus accionistas a dois administradores vindos directamente  da Caixa Geral de Depósitos e até o Presidente da República suspeita, ou não desmente que suspeita, estar a ser vigiado pelo Governo. Também é muita coisa junta. Tudo isto merece ser denunciado e o PSD fez bem em denunciá-lo. Uma campanha, porém, não pode viver de um único tema. Sobretudo se este é esvaziado porque Manuela Ferreira Leite vai à Madeira, onde se vivem situações muito semelhantes às acima descritas, e elogia Jardim. E sobretudo se o Presidente da República demite o seu assessor envolvido no &amp;quot;caso das escutas&amp;quot; com um &lt;i&gt;timing&lt;/i&gt; verdadeiramente assassino para o PSD. As sondagens são claras: foi aqui que perdemos as eleições. Havemos de falar mais tarde de tão mal contado episódio - e não será para agradecer a Cavaco Silva.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Terceiro erro: o PSD não conseguiu apresentar o seu programa como uma alternativa ao programa do PS. Caímos na armadilha de explicar que não iríamos &amp;quot;privatizar a segurança social&amp;quot;, nem acabar com o rendimento mínimo, nem mandar os velhinhos para as câmaras de gás e investir as suas pensões em &lt;i&gt;off shores&lt;/i&gt;. Isto pôs-nos politicamente à defesa e, pior ainda, fez-nos soar como um eco ofendido do PS. Olhando para os resultados eleitorais, vê-se que quem se aproveitou da armadilha socialista foi o CDS, que surgiu como o único partido verdadeiramente de direita. A agricultura, a liberdade de educação, as políticas de família, a segurança, a imigração não podem ser exclusivos do CDS. Há aqui um longo caminho de reflexão política a fazer pelo PSD.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Este ponto merece ser aprofundado. O PSD nunca soube ou nunca quis, durante um ano inteiro, centrar o debate político no seu programa. O Gabinte de Estudos  não teve o papel que deveria ter tido na sua elaboração, pelas razões conhecidas, e o trabalho do Instituto Sá Carneiro foi em grande parte deixado na gaveta, talvez por demasiado &amp;quot;liberal&amp;quot;. Ora, o partido está numa encruzilhada ideológica: ou continua a afirmar-se de &amp;quot;centro-esquerda&amp;quot; e não dá nenhuma razão aos indecisos para não votarem no PS e no CDS; ou se assume descomplexadamente como o grande partido de centro-direita que Portugal não tem e de que Portugal precisa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Espero que o PSD escolha a segunda opção. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;(Declaração de interesses: sou apoiante de Manuela Ferreira Leite desde as directas, colaborei com o Instituto Sá Carneiro no ano transacto e, horror dos horrores, o meu nome circulou entre alguns bloggers que me honram mais com a sua amizade do que com a sua lucidez como possível candidato a deputado. Leiam as linhas anteriores com a reserva exigida por tais factos. Se, mesmo assim, decidirem votar PSD nas próximas eleições, talvez elas sejam afinal de alguma utilidade.)&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:261289</id>
    <author>
      <name>Paulo Marcelo</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/261289.html"/>
    <issued>2009-09-27T23:57:49</issued>
    <title>Saudações democráticas</title>
    <published>2009-09-28T09:07:07Z</published>
    <updated>2009-09-28T11:17:44Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt;O Partido Socialista ganhou as eleições e o Partido Social Democrata perdeu. Ponto. Aqui ficam os meus cumprimentos democráticos ao partido vencedor. Embora duvide, espero que consigam fazer melhor que nos últimos quatro anos, para bem de Portugal que bem precisa de ser melhor governado para sair da profunda crise social, económica e política em que se encontra.           &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:260852</id>
    <author>
      <name>Nuno Gouveia</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/260852.html"/>
    <issued>2009-09-27T23:50:02</issued>
    <title>Parabéns ao PS</title>
    <published>2009-09-27T22:52:56Z</published>
    <updated>2009-09-27T22:52:56Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify; "&gt;O PSD obteve uma derrota clara. Os meus parabéns aos vencedores, nomeadamente ao PS, que ganhou as eleições, ao CDS que ficou num excelente terceiro lugar e ao Bloco de Esquerda, que teve uma grande subida. O PSD deve estar grato a todos aqueles que lutaram pelo melhor resultado possível, nomeadamente Manuela Ferreira Leite e a todos os candidatos. A luta pelas ideias e pelos valores continua. &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:260411</id>
    <author>
      <name>Daniela Major</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/260411.html"/>
    <issued>2009-09-27T10:54:49</issued>
    <title>Último post antes dos resultados</title>
    <published>2009-09-27T10:12:27Z</published>
    <updated>2009-09-27T10:49:16Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;




     



&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: rgb(41, 48, 59);"&gt;Quando entrei para este blogue disse que estava aqui porque não queria Sócrates e queria Manuela F. Leite. Continua a ser verdade. Contudo, devo dizer que não estou aqui para convencer ninguém. Não sou política, nem pretendo ser. Gosto do tema admito, mas não estou aqui para convencer ninguém a votar em Manuela F. Leite ou a não votar em José Sócrates. Até porque muitas das pessoas que durante os últimos meses visitaram o blogue, já sabiam em quem iam votar. E posto isto, eu até diria que seria contra os meus princípios tentar convencer alguém a ir contra a sua consciência. Quanto às pessoas que estão indecisas eu espero que os meus posts tenham dado &amp;ldquo;&lt;i style=""&gt;food for thought&lt;/i&gt;&amp;rdquo;. Ou seja, espero que os meus posts tenham provocado algum tipo de reflexão pois era essa a intenção. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: rgb(41, 48, 59);"&gt;Quanto ao resultado das eleições eu espero sinceramente que, aconteça o que acontecer, eu possa dizer, daqui a quatro anos, que a situação do país melhorou. Se Sócrates ganhar espero que não cometa os mesmos erros e que mude a sua maneira de governar e se Ferreira Leite ganhar espero que faça o bom trabalho que eu penso que ela fará. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: rgb(41, 48, 59);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:260201</id>
    <author>
      <name>Rodrigo Adão da Fonseca</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/260201.html"/>
    <issued>2009-09-25T23:59:30</issued>
    <title>No dia 27, vamos todos votar no PSD!</title>
    <published>2009-09-26T22:08:00Z</published>
    <updated>2009-09-26T22:11:21Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: center; "&gt;&lt;img border="0" style="border-color:black;" alt="" src="http://apenultimagota.files.wordpress.com/2009/09/psd.jpg?w=400&amp;amp;h=247" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; "&gt;990 posts, 2651 comentários, mais de 125 mil visitas (com uma média diária de cerca de 2.500 visitas), quase 250 mil page views, são estes os números de um blogue que procurou trazer para o debate a visão do PSD para o país.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; "&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; "&gt;O Jamais teve a virtude - num momento em que tanto se fala de renovação - de dar espaço a gente que escreve como gente grande, como a Daniela Major e o Tiago Ramalho, mas que não tem sequer ainda idade para votar, no mesmo plano de vozes que não precisam de apresentação, como José Pacheco Pereira, Vasco Graça Moura ou Paulo Rangel: partilharam este espaço militantes e independentes, ao todo 32, homens e mulheres de várias gerações. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; "&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; "&gt;O que nos uniu? A vontade de trazer para o debate um discurso livre, baseado na Política de Verdade com que Manuela Ferreira Leite se tem vindo a apresentar aos eleitores.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; "&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; "&gt;Portugal viveu nos últimos 14 anos, mais de 11 anos de governação socialista. No dia 27, precisamos mesmo de assegurar um novo caminho, com a marca da mudança. Por isso, recomendamos o voto no PSD!&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; "&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; "&gt;Obrigado a todos os que nos visitaram!&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; "&gt;Os 32 colaboradores do Jamais&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:256119</id>
    <author>
      <name>Nuno Gouveia</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/256119.html"/>
    <issued>2009-09-25T23:30:15</issued>
    <title>Leitura para o dia de reflexão</title>
    <published>2009-09-25T14:21:48Z</published>
    <updated>2009-09-25T21:31:34Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a href="http://abcdoppm.blogs.sapo.pt/405718.html"&gt;Recordar é viver: &amp;quot;Sócrates, o ditador&amp;quot; - por António Barreto&lt;/a&gt;, no ABC do PPM&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:259721</id>
    <author>
      <name>Paulo Tunhas</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/259721.html"/>
    <issued>2009-09-25T23:04:34</issued>
    <title>Para que pior não venha</title>
    <published>2009-09-25T22:22:49Z</published>
    <updated>2009-09-25T22:22:49Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt;Enquanto, de acordo com as absurdas regras vigentes, se pode ainda dizer alguma coisa em matéria de campanha eleitoral, há uma que vale indiscutivelmente a pena dizer. Este governo foi o mais assaltante, o mais roubador, em matéria de liberdade de expressão que a democracia conheceu, passadas as atribulações iniciais. Isto, em si, diz tudo. O caso do fim do jornal das sextas da TVI é um exemplo perfeito de um cinismo político que, aparentemente, seduz alguma gente. O resto que possa ser dito, por via de blogues de assessores ou de apóstolos democráticos, é uma treta. Foi assim, não há volta a dar-lhe. E resta esperar que muita gente perceba, para além de tudo o resto, isto. Que é essencial. Para que pior não venha.&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:228325</id>
    <author>
      <name>Carlos Botelho</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/228325.html"/>
    <issued>2009-09-25T21:15:31</issued>
    <title>Quem é que é "salazarento"?... (19)</title>
    <published>2009-09-18T23:35:00Z</published>
    <updated>2009-09-18T23:35:00Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: center"&gt;&lt;a href="http://oinsurgente.org/2009/04/04/jose-socrates-processa-jose-manuel-fernandes-paulo-ferreira-e-cristina-ferreira/"&gt;Quem é?...&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:259393</id>
    <author>
      <name>Manuel Pinheiro</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/259393.html"/>
    <issued>2009-09-25T20:20:00</issued>
    <title>Um voto diferente</title>
    <published>2009-09-25T19:54:30Z</published>
    <updated>2009-09-25T21:02:57Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify; "&gt;Para efeitos de voto sempre foram decisivas as diferenças políticas entre os dois maiores partidos portugueses. Com maior ou menor esforço, mais episódio ou menos episódio, é sempre possível (para quem estiver interessado) passar por cima da barragem mediática e perceber as diferenças. O problema é o esforço adicional que tem de ser feito no caso de Sócrates. Será eventualmente um problema meu, mas em vésperas de eleições ainda me é difícil resignar à ideia de alguém ponderar votar num candidato como este Sócrates de todos os casos e suspeitas sobre a sua vida pessoal e política. Claro que na inexistência destes existe uma longa lista de imperiosas razões para não votar nos socialistas, mas são razões políticas no sentido generoso do termo, e foram estas que fizeram a diferença entre votar ou não em diversos candidatos socialistas como Constâncio, Sampaio ou Guterres. Com Sócrates o caso é diferente. É um imperativo cívico não eleger Sócrates como o é não eleger qualquer candidato a Primeiro Ministro em circunstâncias semelhantes. O nosso pulsar latino americano não pode ir tão longe. &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:258780</id>
    <author>
      <name>Nuno Gouveia</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/258780.html"/>
    <issued>2009-09-25T20:15:42</issued>
    <title>Pela mudança de governo</title>
    <published>2009-09-25T18:30:34Z</published>
    <updated>2009-09-25T18:32:58Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify; "&gt;No domingo o país irá escolher o próximo Governo. Se os portugueses estão contentes com o actual rumo, José Sócrates será reconduzido no cargo. Se considerarem que é preciso outro caminho, Manuela Ferreira Leite será a próxima líder do Governo. Estas são as duas grandes opções em cima da mesa. Com a situação dramática que o país vive, espero que o PSD ganhe as eleições. Como escreveu Vasco Graça Moura, é um &lt;a href="http://jamais.blogs.sapo.pt/257390.html"&gt;imperativo patriótico&lt;/a&gt; derrotar José Sócrates. &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:259272</id>
    <author>
      <name>Daniela Major</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/259272.html"/>
    <issued>2009-09-25T20:02:53</issued>
    <title>Argumentos socialistas</title>
    <published>2009-09-25T19:37:46Z</published>
    <updated>2009-09-26T09:24:52Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;




 



&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(41, 48, 59);"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(41, 48, 59);"&gt;Queria que um dos meus últimos textos aqui no Jamais fosse sobre uma questão que é, para mim, algo sensível. Eu sou por, muitas razões, contra o aborto. Não espero que as pessoas que me estejam a ler concordem comigo ou não. É uma questão que eu considero pessoal e tem a ver com cada um. Podemos obviamente esgrimir argumentos contra ou a favor, mas é importante termos em mente que a aceitação ou negação desta prática depende de todo um conjunto de factores relacionados com a moral e valores de cada um. Aspectos pessoais, portanto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(41, 48, 59);"&gt;Durante a campanha para o Aborto esgrimiram-se argumentos, mas por vezes, de forma muito feia. Ao &amp;ldquo;Sim&amp;rdquo;colou-se a ideia de que eram todos uns assassinos e ao &amp;ldquo;Não&amp;rdquo; colou-se a ideia do provincianismo. Ou seja, quem é contra o aborto, é um provinciano que não percebe nada de nada. Esta ideia &amp;ldquo;colou&amp;rdquo; muito mais do que as outras e não tenho dúvidas em afirmar que este pseudo-argumento teve a sua importância na campanha. Sim, porque podemos perfeitamente ser burros e incultos e provincianos mas não devemos parecer. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(41, 48, 59);"&gt;Um dos grandes argumentos da campanha do Sim era que a legalização da interrupção voluntária da gravidez ia diminuir o número de abortos feitos. Este argumento pareceu-me sempre falacioso até porque a partir do momento em que se torna legal, o número de IVG ia passar a ser registado o que não acontecia quando a prática era considerada ilegal. Como se pode ver por &lt;a href="http://www.ionline.pt/conteudo/8930-crise-e-nova-lei-precipitam-aumento-do-numero-abortos-em-portugal"&gt;esta notícia,&lt;/a&gt; acontece exactamente o contrário. O número de abortos aumentou. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(41, 48, 59);"&gt;É uma pena. As coisas poderiam ter sido feitas de outra maneira. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:259842</id>
    <author>
      <name>M. Isabel Goulão</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/259842.html"/>
    <issued>2009-09-25T19:45:50</issued>
    <title>Nova partida</title>
    <published>2009-09-26T16:50:22Z</published>
    <updated>2009-09-26T23:42:42Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center"&gt;&lt;img style="border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black; border-left-color: black" border="0" alt="" width="287" height="217" src="http://1.bp.blogspot.com/_uU15I0fFOjI/SrawKuG60lI/AAAAAAAAFEo/dEHCIbiruDg/s320/085.JPG" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Nesta parte da troço ferroviário, avança lentamente o comboio da fotografia, para mais tarde, já com linhas mais modernas, adquirir velocidade. Neste troço, as linhas são já antiquadas, mas têm vindo a cumprir o seu papel. É verdade que o betão novo é mais rápido, mas  faz mais &lt;i&gt;estragos &lt;/i&gt;e até consta que vem aí mais do mesmo, com o pomposo  nome de &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;grandes investimentos. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Num trajecto sinuoso junto ao rio, o comboio vai servindo pequenas estações e apeadeiros daquele interior que tão poucos conhecem. Para muitos, nem só os mais idosos, é o único meio de transporte que os une à capital, onde está quem lhes coordena os horários, os percursos e lhes regulamenta a vida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Num país de escassos recursos mas muito deslumbramento&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;, onde o a discussão sobre o CO2 é para académicos, em que as médias das velocidades rodoviárias são motivo de orgulho e a prática da cidadania é incipiente, este antigo meio de transporte (colectivo, cómodo, limpo) que serve todo o país tem sido ingloriamente esquecido e pouco valorizadas as suas linhas regionais.  Bem sei que os apeadeiros servem pouca gente, m&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;as este post era sobre o quê, afinal? Velocidade não é certamente e a modernidade não é assim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:258935</id>
    <author>
      <name>Paulo Tunhas</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/258935.html"/>
    <issued>2009-09-25T19:42:18</issued>
    <title>"Politólogos"</title>
    <published>2009-09-25T18:51:52Z</published>
    <updated>2009-09-25T18:55:59Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Estou a ver agora na televisão um conjunto de &amp;quot;politólogos&amp;quot;. Explicam, sem qualquer reticência no exercício, o falhanço da estratégia mediática de Manuela Ferreira Leite. É impressão minha ou os &amp;quot;politólogos&amp;quot; reproduziram-se imenso nos últimos tempos? Os media andam cheios deles. O que é que são? Filósofos políticos &amp;quot;técnicos&amp;quot;? Pelo menos, uma coisa vê-se: são &amp;quot;socráticos&amp;quot;. Os padrões pelos quais aferem a virtude política não enganam. Que pobre coisa. E, a julgar pela maneira de pensar, são bem capazes de estarem errados. Deus queira.&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:258304</id>
    <author>
      <name>Tiago Moreira Ramalho</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/258304.html"/>
    <issued>2009-09-25T19:19:07</issued>
    <title>Fora campanha</title>
    <published>2009-09-25T18:21:29Z</published>
    <updated>2009-09-25T18:21:29Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Só preciso de escrever uma coisa que não escrevi: por muito limitado em temas e qualidade que o debate jamais vs. simplex possa ter sido, é um pouco desagradável que o único sumo que tenham conseguido retirar tenha sido uma espécie de discussão completamente inócua acerca de resultados pós-eleitorais. É que a adivinhação ainda não tem um papel assim tão preponderante na política nacional. Ainda.&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:258098</id>
    <author>
      <name>Maria João Marques</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/258098.html"/>
    <issued>2009-09-25T17:56:20</issued>
    <title>PSD</title>
    <published>2009-09-25T18:05:24Z</published>
    <updated>2009-09-25T22:14:15Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt;Vou votar num partido que vê o nosso futuro feito pela capacidade individual e não pela omnipresença do Estado. Vou votar num partido que pretende aliviar as PMEs, de forma a criar emprego, e não investir em obras públicas de necessidade duvidosa que hipotecarão gerações futuras e dificultarão a vida às famílias e PMEs (que ficam com crédito mais caro). Vou votar num partido que percebe que não há margem para aumentar impostos e que estes devem ser reduzidos logo que houver folga. Vou votar num partido que sabe que consolidação orçamental só existe com redução de despesa pública. Vou votar num partido que soube conviver durante os anos de Cavaco Silva com O Independente, o jornal mais hostil que já tivemos em Portugal, e não num governo que tudo fez para condicionar os jornalistas. Vou votar num partido que não pretende controlar empresas, funcionários públicos, jornais, sindicatos, juízes, punindo os críticos e recompensando os respeitosos. Vou votar numa líder que não faz promessas para ouvir a própria voz e que não pretende cumprir. Que é tão segura de si própria que se apresenta aos eleitores sem representar. Que vê e entende a realidade e sabe que políticas são possíveis e adequadas. Que tem um percurso marcado pela seriedade. Que não receia ser impopular mas não necessita afrontar classes profissionais para ganhar estatuto de determinada. Que não aprecia o dirigismo estatista. Que me quer dar alguma liberdade nos serviços públicos. Que me vai dispensar, e aos meus filhos, de pagar o despesismo socialista.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Uma senhora de confiança.&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:257821</id>
    <author>
      <name>Miguel Reis Cunha</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/257821.html"/>
    <issued>2009-09-25T17:51:01</issued>
    <title>Os "defeitos" de Manuela Ferreira Leite</title>
    <published>2009-09-25T16:55:14Z</published>
    <updated>2009-09-25T16:59:54Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt;Tenho me deparado com muitas pessoas que se encontram ainda indecisas sobre  o sentido do seu voto. Uma parte significativa reconhece MFL como uma pessoa séria, rigorosa e competente. No entanto, manifestam alguma hesitação em votar no PSD porque, apesar de lhe reconhecerem méritos, dizem que MFL, em termos de imagem, empatia e forma de comunicação não os atraí. A este propósito já escrevi, aqui, dois posts (&amp;quot;&lt;a href="http://jamais.blogs.sapo.pt/211733.html"&gt;A sedução da fantasia&amp;quot;&lt;/a&gt; e &amp;quot;&lt;a href="http://jamais.blogs.sapo.pt/221497.html"&gt;A escolha dos médicos&lt;/a&gt;&amp;quot;), mas, acho que vale a pena voltar a reflectir sobre esta aparente importância da questão estética. É que neste dilema, muitos indecisos, embora vejam MFL como uma pessoa capaz, depois acham-na visualmente pouco atractiva. Quanto a Sócrates olham-no como um incompetente, graxista e fala-barato, mas, ao mesmo tempo , vêem-no como um desportista, com boa imagem visual e pleno de jovialidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Concordo que hoje em dia, na nossa sociedade, a imagem conta muito. &lt;b&gt;Mas &lt;/b&gt;&lt;b&gt;que diabo&lt;/b&gt;, se eu quiser um bom professor para os meus filhos, procuro um que seja sexy, graxista e com muita verborreia, apesar de o saber pouco capaz ou, ao invés,  procuro um que sei que é competente, ainda que possa ser esteticamente menos jeitoso ou dê menos &amp;quot;graxa&amp;quot; aos pais ? E para o governo do nosso país, escolho quem? De que serve a imagem e a estética de um político se me leva o país para uma futura bancarrota ? Se o seu governo produz muita e má legislação ? Se sufoca com impostos as PME's e as famílias ?&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Acredito que o povo português saberá decidir e que os indecisos, neste domingo, no momento de votarem, a sós, no silêncio da sua consciência, saberão colocar a cruz no PSD. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;  &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:257776</id>
    <author>
      <name>Tiago Moreira Ramalho</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/257776.html"/>
    <issued>2009-09-25T17:25:56</issued>
    <title>Até domingo.</title>
    <published>2009-09-25T16:26:47Z</published>
    <updated>2009-09-25T16:26:47Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Hoje, numa ida ao Barreiro, notei que um dos cartazes do PS incluía o projecto da nova ponte sobre o Tejo. Era bonito, tudo feito a computador. Já sabem barreirenses, se votarem em nós, damos-vos uma ponte.&lt;br /&gt;
Claro que muita gente nem olha para os cartazes, quanto mais pensar no que representam. Mas, naquele autocarro e sem nada melhor para fazer, dei por mim a aperceber-me que aquilo que ali estava, aquele singelo cartaz, constituía um atroz atentado aos mais básicos princípios da democracia e do exercício da política. O que ali estava era uma compra de votos. Pior, como se já não fosse suficientemente má a compra de votos, aquela compra é feita com dinheiro dos contribuintes. Infantilizando os eleitores, o PS diz, por outras palavras «votem em nós, que assim recebem coisinhas boas».&lt;br /&gt;
Sem precisar de infantilizar tanto, o PS já fez isto antes com o Magalhães. País, proclamaram, a distribuição de Magalhães cessa até às eleições. Se nós ganharmos, continuam a recebê-los, se não ganharmos, nunca se sabe&amp;hellip; podem ficar «a arder».&lt;br /&gt;
Eu sei que não estamos habituados a questionar a moralidade das campanhas eleitorais. Só nós sabemos o que já foi feito e dito em campanhas passadas e a vacina já é demasiado forte. Mas, ainda assim, é importante que se vejam estas subtis diferenças: um dos lados está a oferecer «coisas fixes» a todos: empresas, concelhos em particular, etc., em troca de votos; o outro lado está a oferecer um não favorecimento, um esforço para o bem comum, um projecto em que o Estado não privilegia ninguém, privilegiando, assim, todos. &lt;br /&gt;
São estas pequenas diferenças que têm de pesar dia 27 próximo. É sentido de Estado o que se pede no acto do voto. E agora me calo, que não quero atacar a tradição da reflexão.&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:jamais:257390</id>
    <author>
      <name>Vasco Graça Moura</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jamais.blogs.sapo.pt/257390.html"/>
    <issued>2009-09-25T17:23:32</issued>
    <title> A hipótese de Sócrates</title>
    <published>2009-09-25T16:25:04Z</published>
    <updated>2009-09-25T16:25:04Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify; "&gt;Estas coisas parecem delirantes, mas passam-se em Portugal. Num país em que tudo falhou por azelhice e incompetência do Governo socialista - e tudo falhou em todos os sectores vitais da sociedade portuguesa -, ainda há quem pretenda pôr com seriedade a hipótese da vitória do Partido Socialista e de José Sócrates!!!&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; "&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; "&gt;Estão com certeza a gozar connosco. Se o PS ganhar, o caso é mesmo muito sério.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; "&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; "&gt;Em teoria, até pode acontecer, mas então ninguém se queixe&amp;hellip;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; "&gt;Depois, não se ande para aí com lamúrias a dizer mal do Governo que se foi escolher apesar da experiência negativa de tantos anos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; "&gt;E que é o Governo com maior percentagem de ministros incompetentes e de grosseiras manipulações políticas de que há memória no Portugal democrático!&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; "&gt;Se Portugal se puser a jeito, com a inépcia do PS não teremos um país escorreito!&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; "&gt;A hipótese de Sócrates é uma certeza de ruína!&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; "&gt;É por isso que esta é uma oportunidade única para relegar Sócrates e o PS para uma travessia do deserto que lhes está a fazer muita falta. Derrotá-los no domingo é um imperativo patriótico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
</feed>
