Quarta-feira, 9 de Setembro de 2009
publicado por Nuno Gouveia em 09 Set 2009, às 08:05

"Portugal subiu 2 posições no pilar Inovação, colocando-se agora na 33.ª posição numa lista de 133 países, segundo o «Global Competitiveness Report 2009-2010» hoje divulgado pelo Fórum Económico Mundial. Em termos gerais, ponderados os 12 pilares considerados, Portugal manteve a 43.ª posição no índice global de competitividade."

O Governo anuncia com pompa e circunstância o facto de Portugal estar agora na 33.ª posição no pilar Inovação e na 43.ª posição no índice global de competitividade, do Forum Económico Mundial

Há 4 anos, porém, no seu programa eleitoral, criticou fortemente o então Governo PSD / CDS pelo facto de Portugal se encontrar na posição 32.ª no pilar Inovação e na 25.ª posição no índice de competitividade. O PS propunha-se, então, adoptar uma série de medidas que nos colocariam nos lugares cimeiros dos referidos índices.

 Passados mais de 4 anos de Governo PS, constata-se, ao contrário do prometido (será que era um objectivo e não uma promessa?) que descemos nos índices.

 

Avançar Portugal?

 

Rui Castro, Rua Direita

 



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Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009
publicado por Nuno Gouveia em 24 Ago 2009, às 21:16 | jamés (1)

No seu programa de 2005 o PS prometeu "reduzir o insucesso escolar para metade".
Já tinha escrito aqui que
há promessas que não se fazem e é muito pior quando se cumprem.
Ao prometer a baixa do insucesso logo para metade - o erro é sobretudo quantificar - tem de se aldrabar forçosamente para atingir a meta. O sucesso escolar depende mais do esforço individual de cada um dos estudantes do que de qualquer outro aspecto e nisso os governos não metem prego nem estopa.
Sócrates disse esta tarde que "
aqueles que dizem que [a baixa do insucesso] é resultado de facilitismo estão apenas a insultar os professores e a escola pública". Se o PM acha que isto é um insulto, tem o dever de me processar.
Reduzir o insucesso escolar para metade é uma promessa que não se faz, porque há muitos truques para os alunos aumentarem as notas. Pode-se dificultar burocraticamente os chumbos; pôr a avaliação dos professores dependente das notas dos alunos; fazer exames mais fáceis; apresentar grelhas de correcção benevolentes, etc, etc... Não me impressiona este resultado, lamento.

 

Vítor Matos, Elevador da Bica



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Sexta-feira, 14 de Agosto de 2009
publicado por Nuno Gouveia em 14 Ago 2009, às 20:49

José Sócrates, na campanha eleitoral de 2005, prometeu pôr a economia portuguesa a crescer a um ritmo anual de 3%. Como bem sabemos, esta promessa ficou pelo caminho - tal como todas as outras promessas quantificadas que lhe serviram de emblema nas últimas legislativas, dos impostos que não aumentavam e afinal aumentaram aos 150 mil postos de trabalho que iria criar mas não criou. Ontem, alguns dos seus maiores propagandistas embandeiraram em arco: a economia portuguesa registou um 'progresso' de 0,3% no segundo trimestre deste ano. Foi quanto bastou para o próprio Sócrates recuperar as habituais sessões de propaganda nos telediários, garantindo que a economia portuguesa está no rumo certo e blablablablá. Gostava de saber se o primeiro-ministro voltará hoje a aparecer nos noticiários televisivos a justificar as mais recentes cifras sobre o desemprego que contrariam as previsões do Executivo: a taxa de desemprego subiu para 9,1%, existem agora - oficialmente - mais de 500 mil portugueses sem trabalho. A população desempregada aumentou 23,9 por cento face ao segundo trimestre do ano passado (98 mil pessoas) e 2,4 por cento em relação do primeiro trimestre deste ano (mais 11,9 mil desempregados), revela o INE. Aguardo ansiosamente pela próxima aparição televisiva de Sócrates, um dos principais candidatos ao desemprego político de 2009.

 

Pedro Correia, no Delito de Opinião



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Quarta-feira, 12 de Agosto de 2009
publicado por Nuno Gouveia em 12 Ago 2009, às 15:38 | jamés (3)

Num excelente artigo assinado hoje no “i”, o presidente do Instituto Francisco Sá Carneiro expõe a propaganda que o PS tem vindo a inundar as páginas dos jornais portugueses sobre a sua politica económica. Recorrendo a estatísticas indesmentíveis, Relvas traça o diagnóstico real da governação socialista dos últimos quatro anos.

 

Recordo apenas uma das promessas falhadas de Sócrates em 2005, quando prometeu que com ele a liderar o governo, o país iria crescer acima da média europeia, mas a realidade desmentiu (mais uma vez) a promessa socialista. Portugal nestes últimos quatro anos cresceu sempre abaixo da média comunitária, facto esse que se arrasta desde a governação Guterres.

 

Os indicadores económicos são desfavoráveis a Sócrates, e talvez por isso, como relembra Alexandre Relvas, o governo pretende desviar a atenção para outros assuntos. Um dos actos mais indignos que um governo pode assumir é pretender enganar os eleitores, manipulando a realidade a seu favor. Uma das tarefas da oposição é desmontar essa propaganda. Foi isso que Relvas fez hoje, baseando o seu discurso na amarga realidade portuguesa.



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Quarta-feira, 29 de Julho de 2009
publicado por Nuno Gouveia em 29 Jul 2009, às 16:45 | jamés (1)

O PS tem afirmado que não irá propor um aumento de impostos para a próxima legislatura. Segundo os especialistas ouvidos pelo “i”, a sua proposta de diminuir as deduções fiscais representa um aumento de impostos. Será que ninguém repara na contradição entre o que tem sido dito pelos dirigentes socialistas e esta proposta? É que se entrar em vigor haverá gente a pagar mais impostos...

 

 



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Segunda-feira, 27 de Julho de 2009
publicado por Miguel Noronha em 27 Jul 2009, às 12:15 | jamés (1)

A propósito da catadupa novos investimentos e empregos que ultimamente têm sido prometidos pelo PS, o João Miranda lembra o caso da fábrica de células de combustível.

 

Foi há 2 anos. A 7 Outubro 2007, Sócrates inaugurava uma fábrica e centro de investigação em células combustíveis. Nesse dia criou 225 empregos. Estava muito satisfeito. A fábrica não chegou a abrir. Os promotores saíram de Portugal deixando apenas dívidas. Mas a inauguração, essa já ninguém nos tira. Como se dizia, investir em Montemor é combater a crise.


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Domingo, 26 de Julho de 2009
publicado por Nuno Gouveia em 26 Jul 2009, às 22:29 | jamés (22)

 

José Sócrates em 2005 enganou o país com demasiadas promessas, como se prepara para o voltar a fazer este ano. Em plena campanha eleitoral, o então candidato socialista dizia: "Não vou aumentar os impostos mas também não os vou baixar". Estou certo que não faltará quem venha  agora reinterpretar o que queria dizer Sócrates em 2005, e acredito até que alguém dirá que ele sempre disse que iria aumentar os impostos. A realidade é que neste último governo a carga fiscal aumentou imenso. Ao contrário do prometido, como se verifica neste vídeo. 



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Sexta-feira, 24 de Julho de 2009
publicado por Nuno Gouveia em 24 Jul 2009, às 10:31 | jamés (22)

 

Poucas promessas deram tanto que falar durante a campanha eleitoral de 2005. Em Janeiro desse ano, o então líder da oposição explicava que foram “150 mil empregos que perdemos em três anos e vamos recuperar em quatro". Vieira da Silva, ministro do Trabalho do actual governo, assegurava então que esse compromisso referia-se a "recuperar postos de trabalho destruídos nos últimos três anos", garantindo dessa forma baixar a taxa de desemprego.

 

Esta promessa, quando existiam cerca de 412 mil desempregados, terá representado um sinal de esperança para muitos que se encontravam nessa dramática situação. Os socialistas, tão obstinados em ganhar a qualquer custo, não se preocuparam com o facto de estarem a prometer o Céu. E por isso encheram Portugal com cartazes onde se acenava com a criação de 150 mil empregos. A triste verdade é que durante o mandato deste governo a taxa de desemprego apenas ocasionalmente desceu dos 400 mil desempregados.

 

Infelizmente a decepção e o logro são algumas das imagens de marca deste governo.  Deixo apenas uma questão: será que o PS vai voltar a espalhar pelas cidades e vilas de Portugal um cartaz a profetizar mais 150 mil empregos?

 



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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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O Sôtor Elisio Maia fala assim porque depende do a...
ótimo blog, parabéns...
Realmente é o pais considerado como o pais do truq...
Conversa de urinol ..... caro boy PS!!!
Caro amigo anónimo, de facto encontro alguma razão...
meu caro amigo, não duvido das suas competências.....
está completamente certa. Mais... o 12º é pior, po...
nao faz a minima ideia de como existem formandos a...
Esta afirmação de Platão devia estar melhor docume...
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