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Jamais

Jamais

24
Ago09

Falar a sério

Paulo Tunhas

Sócrates, na Madeira, voltou a falar de "maledicência" e de "ressabiamento". Esta linguagem "psicológica", que valeria a pena expor em detalhe, até para sublinhar o seu egotismo, diz muito sobre a maneira de entender a política que é a sua. Os "maledicentes" e os "ressabiados" são "maus", "maus" como num jardim infantil. A primeira coisa a fazer nas próximas eleições é mesmo livrarmo-nos disto, desta conversa infantilóide e vagamente oligofrénica que anula tudo. Para poder falar a sério sobre o país. E depois, no confronto político, para nos entendermos e nos separarmos segundo as nossas divergências.

1 comentário

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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.

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