Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009
publicado por Nuno Gouveia em 28 Ago 2009, às 10:02

Assumiremos a actuação policial, nas suas vertentes preventiva e repressiva, sem qualquer tipo de inibição a não ser as que decorram directamente da Lei, de modo a que as forças de segurança deixem de ser vistas como estruturas menos sólidas e, por isso, passíveis de agressão, voltando a ser instituições respeitadas, e a que exerçam, com a sua presença e acção, a importante missão de manutenção efectiva da ordem pública.

in programa eleitoral do PSD 2009
 

Nos últimos anos temos assistido a um completo desrespeito da autoridade policial, contribuindo isso para aumentar a descrença dos próprios profissionais na sua actividade. Basta falar com alguém que pertença às forças de segurança para perceber como estas estão desmotivadas. Felizmente, a segurança é uma das prioridades do PSD para a próxima legislatura, onde se promete criar condições para repor a autoridade das instituições do Estado. Este é um compromisso muito relevante, e que se assume fundamental para combater o crime e o clima de insegurança que se apoderou das pessoas, especialmente nos grandes centros urbanos.


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2 comentários:
De João Cardiga a 28 de Agosto de 2009 às 10:20
É sintomático quando a pior frase do programa é realçada como algo positivo.

Num estado de direito a força policial nunca tem uma vertente repressiva...

Já agora escolher para priordade um tema que não é problema em Portugal é sintomático dio desnorteo na analise dos problemas do país.

E uma questão para os "liberais" aqui deste recanto:
- não acham assustador que o tema de liberdade não seja abordado no 2º maior partido português?


De B.A. a 29 de Agosto de 2009 às 15:41

O TC não declarou inconstitucional a Lei dos socialistas que permite a libertação dos presos, em determinadas condições, por simples acto administrativo (via Director dos Serviços Prisionais) e sem qualquer intervenção decisória do Juiz.
Eis como os homens do Rato, no final da legislatura, se voltam a mostrar mais preocupados com o bem estar dos criminosos que com o desespero das vítimas.
É nestes pormenores, e já são muitos, que ficamos a saber do fraco nível de preocupação que Sócrates e os socretinos nutrem pela segurança dos cidadãos de quem mendigam o voto!
Segurança......qual Segurança?


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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