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Jamais

Jamais

03
Set09

Inimigo da liberdade

Paulo Tunhas

Um aforismo de Chamfort (o nº 643): "Mylord Marlborough étant à la tranchée avec un de ses amis et un de ses neveux, un coup de canon fit sauter la cervelle à cet ami et en couvrit le visage du jeune homme, qui recula`avec effroi. Marborough lui dit intrépidement: «Eh! quoi monsieur, vous paraissez étonné? - Oui, dit le jeune homme en s'essuyant la figure, je le suis qu'un homme qui a autant de cervelle restât exposé gratuitement à un danger inutile»". (Era uma pena traduzir.)

 

Há várias razões que se podem imaginar para o suicídio político do PS que representa a decisão da PRISA de suspender o telejornal de Manuela Moura Guedes. Isso fica para depois. Mas seria bom esperar que alguns socialistas mantivessem o cérebro no lugar devido para quando for necessário usá-lo, e que soubessem já o que fazer para o manter em bom estado. E que compreendessem que este PS socrático é considerado, por uma boa parte da população portuguesa - e com toda a razão -, como inimigo da liberdade.

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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.

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