Sábado, 5 de Setembro de 2009
publicado por Carlos Botelho em 05 Set 2009, às 02:30

Quem quer que seja que decidiu pura e simplesmente acabar ali com o Jornal de Sexta, fê-lo, porque sentiu essa necessidade. A necessidade de não incomodar, não hostilizar o primeiro-ministro.

 

Alguém acha que, num país em que se respirasse um ambiente democraticamente saudável, alguma vez a administração de um orgão de informação se daria ao trabalho de acabar com  o serviço noticioso mais incómodo para o primeiro-ministro, por acaso, o seu serviço noticioso com maior sucesso?

 

Sócrates, mais do que ninguém, contribuiu para esse ambiente sufocante. O ambiente que mais lhe convinha.

Não há volta a dar, não vale a pena virem agora com teorias de "cabalas": é ele o responsável pelo que se passou.



De João Cardiga a 5 de Setembro de 2009 às 11:48
Carlos,

"Alguém acha que, num país em que se respirasse um ambiente democraticamente saudável, alguma vez a administração de um orgão de informação se daria ao trabalho de acabar com o serviço noticioso mais incómodo para o primeiro-ministro, por acaso, o seu serviço noticioso com maior sucesso?"

Será isto o que vocês consideram um politica de verdade? Se quiserem leiam o artigo que escrevi no speakers corner (é só carregar no meu nome) e verão que o Jornal de 6ª não é " seu serviço noticioso com maior sucesso".

Aliás só teve algum sucesso quando o PM criticou o Jornal. É pena que a vossa "Verdade" não seja acente na realidade...

Já agora esta decisão foi uma optima decisão de gestão...


De Carlos Botelho a 5 de Setembro de 2009 às 15:43
João Cardiga,
é isso a sua objecção?... (mesmo que a sua medida do "sucesso" corresponda aos factos.) Parece-lhe que o que está aqui em causa é uma MERA questão de gestão empresarial? Essa é uma visão ("liberal") tipicamente estreita de apreciar um problema político.
E, por favor, não me trate por "vocês" e não se refira à "nossa Verdade" - o plural majestático, comigo, é manifestamente deslocado. Não sei como V. costuma funcionar, mas estará a confundir um blog colectivo feito por pessoas INDIVIDUAIS com um rebanho?


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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