José Sócrates lá afirmou que não gosta da Madeira e, supõe-se, menos ainda de Alberto João Jardim (ainda que não recorde nenhuma alfinetada socrática em Jardim na sua última visita à Madeira, que consta ter corrido muito amigavelmente). É, portanto, o momento certo para recordar o enlevo e a amizade do admirável líder com esse irrepreensível democrata que é Hugo Chavez (dizem os rumores que Oliver Stone irá contactar Sócrates convidando-o para sócio honorário do clube de fãs da democracia venezuelana) e o carinho demonstrado pelo governo Sócrates por outro exemplo de boa governação e rigoroso respeito pela democracia e direitos humanos que é o líbio Kadhafi, que teve até direito a visita do MNE de todos os portugueses aquando da comemoração (!!!!) dos quarenta anos da revolução que o levou ao poder (revolução, como se sabe, que trouxe grande ganho para a Líbia e para o mundo).
Claro que, ao lado de Jardim, Chavez e Kadhafi são meninos de coro. São critérios.
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