Quarta-feira, 9 de Setembro de 2009
publicado por Nuno Gouveia em 09 Set 2009, às 22:22

Manuela Ferreira Leite disse agora uma grande verdade. Nos 10 anos que o PSD esteve no governo, entre 1985 e 1995, o país cresceu e ganhou riqueza. Desde então, o PSD apenas foi governo em três anos. E nestes 14 anos, o país empobreceu e deixou de convergir com a União Europeia. Os socialistas podem berrar e manipular números à vontade, mas esta é a realidade. 


6 comentários:
De Gonçalo Marques a 10 de Setembro de 2009 às 01:23
Foi muito importante que Manuela Ferreira Leite tivesse dito isto com esta clareza e objectividade.

Para que depois não se apresenta a verborreia do costume: "eles são todos iguais ..." etc ... etc ...

Não, não são! E a prova é a herança que o PSD deixa nas suas passagens pelo governo (com erros, com certeza) é, comparativamente, bem mais lisongeira que a do PS.

Em 2002, era o "pântano" ... E agora?


De Valter Marques a 10 de Setembro de 2009 às 01:54
Mas nesse tempo liderava o país alguém que certamente saberia quanto é que as empresas pagavam de IRC, ao contrário de Manuela Ferreira Leite que deu ontem um tiro no pé que pode custar-lhe a vitória. Um candidato a primeiro-ministro nao pode dizer BARBARIDADES destas.


De ZE a 10 de Setembro de 2009 às 03:01
MFL está, de facto, a ganhar pontos com esta "Política de Verdade"


De cb a 10 de Setembro de 2009 às 08:54
Sim ? E o euro havia ? O limite de défice havia ? Os fundos estruturais europeus não havia ? O crash bolsista houve ? A retracção económica global houve ?
A quem se pretende enganar ?


De L M D a 10 de Setembro de 2009 às 11:49
Está a querer comparar o imcomparavel e a faltar á verdade tão apregoada nestas bandas.
Lamentável


De trigueiral a 10 de Setembro de 2009 às 14:59
a grande verdade que a Dra. Ferreira leite disse foi a de considerar excessiva a taxa de 42% para o lucro das empresas.

Por isso, fico à espera que proponha uma taxa de... sei lá... 33% ?


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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