De que serve a Lisboa o amuo público de António Costa, ao faltar à inauguração de uma ligação de Metropolitano, quando não conseguiu manter a voz de sempre da CML na Administração desse transporte vital para a Cidade?
De que serve a Lisboa ter um departamento de tráfego se as obras de afunilamento do trânsito no Terreiro do Paço não mereceram qualquer estudo prévio?
De que serve a Lisboa ter um Presidente da Câmara que prefere entregar a estranhos, não eleitos, a definição da zona nobre da Cidade – ligação ao rio e Terreiro do Paço - sem estudos, sem discussão, sem aprovação, sem concurso, sem nexo?
De que serve a Lisboa ter um Presidente que diz nada poder fazer pela Cidade por causa das contas, se a solução que encontra é o pagamento da dívida com empréstimos e a subida das Despesas Correntes de 417 milhões de euros (2007) para 440 milhões (2008) - números do Relatório de Contas da CML?
De que serviria a Lisboa uma equipa em que não há uma ideia comum - entre Costa, Roseta, Salgado e Sá Fernandes - sobre questões estratégicas da Capital, como o terminal de Alcântara, a 3ª travessia do Tejo, ou as grandes decisões sobre o urbanismo da Cidade?
São demasiadas perguntas para uma só resposta: não serve a Lisboa.
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