Reparei em algumas caras de parvos mas não acho que nenhuma era a tua. Quanto à "estima", pareceu-me que estávamos num debate civilizado e a estima tinha a ver com isso. Pareceu-me utilizar o termo democracia ou democrático. E, sim, votei no homem. Não apaguei isso dos arquivos do blogue. Se isso não me dá alguma autoridade própria para perguntar o que perguntei - e como perguntei, olhos nos olhos ao 1º ministro - então não sei o que é que confere autoridade. E não tenciono voltar ao assunto com réplicas e tréplicas patetas.
Miau, João. Não percebo como se passa a vida a dizer que um determinado tipo é um embuste, um trapaceiro e um mentiroso, e depois se tem "estima" por ele. Democrática, pancrática , idiopática ou lá o que V. quiser. Como não vai perder tempo com patetas, despeço-me com um abraço, FNV
Democracia, isto??????? É uma autêntica vergonha o que se passa neste país, em que a medida mais importante, para a próxima legislatura, é o casamento gay. E sobre o descalabro da economia, estes senhores nem falam. Os portugueses só se irão revoltar quando a fome chegar a todos os lares, incluindo a classe média.
Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.