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Jamais

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15
Set09

Sobre o Gato Fedorento

Nuno Gouveia

Sócrates fingiu-se engraçado e infantil diante de Ricardo Araújo Pereira, uma das pessoas que melhor escreve em português. Como na cabeça dele o "gato fedorento" - e eu nem sequer sou fã - é um programa infantil, Sócrates fartou-se de dizer que os filhos "bem o avisaram". Foi pífio. Só que o "gato fedorento" não é um programa para crianças. Como qualquer programa de humor inteligente, aliás, jamais pode ser. E Ferreira Leite percebeu isso perfeitamente.

 

João Gonçalves, Portugal dos Pequeninos

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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.

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