Quinta-feira, 17 de Setembro de 2009
publicado por Paulo Rangel em 17 Set 2009, às 09:04

A maioria socialista, o Governo e o chefe do Executivo fizeram de Portugal o país dos truques. O estilo José Sócrates pôs as autoridades políticas e administrativas sob o signo da manha, do truque e da esperteza primária.

 

Tome-se, só para exemplo, o caso da educação. Sócrates não teve pejo em apresentar como relatório da OCDE um estudo privado encomendado à la carte. Sócrates não hesitou em lançar os quadros interactivos perante uma plateia de estudantes simulada, composta por crianças contratadas. Sócrates nunca enjeitou a encenação, repetida dezenas de vezes, da distribuição de computadores Magalhães, que, no minuto seguinte, eram retirados aos alunos. Este padrão de comportamento diz tudo sobre a substância da política do PS.

 

Se as políticas fossem boas e sérias, não era necessário o embuste, a dissimulação, o abuso da boa-fé alheia. Se as políticas fossem eficazes e consistentes, não careciam do disfarce e da insídia. Com Sócrates, Portugal tornou-se no país dos truques e corre o risco de se converter num truque de país. Porque desejo outro destino para Portugal e para os portugueses, votarei obviamente no PSD e em Manuela Ferreira Leite.



De escrevinhadora a 17 de Setembro de 2009 às 11:58
O governo usou «crianças contratadas»? Já apresentaram queixa ao Ministério Público ou é uma boca... suja?


De Para os desatentos a 17 de Setembro de 2009 às 14:45
Foi confirmado oficielmente que foram utilizadas crianças das escolas para fins publicitários. Como sempre não se sabia e lailaiá e mandou-se "imediatamente" cancelar e tal. Felizmente que se passou a saber, aliás ficámos todos... mas desconfio que alguém sabia ou são "entes desconhecidos" que planeiam e produzem e aprovam as campanhas? X-files demais também não!


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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