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Jamais

Jamais

18
Set09

O Xico que (não) faz falta

Maria João Marques

Francisco Louçã já começou o namoro ao PS, com vista a essa solução governativa que assusta qualquer pessoa de bom senso (a coligação PS-BE, claro). Tal como o independente apoiado pelo BE Zé-que-fazia-falta-Sá Fernandes em Lisboa, que mal sentiu o aroma do poder se tornou um acólito acrítico de António Costa, apoiando até a negociata do governo com a Liscont de Jorge Coelho para Alcântara. Hoje, Loução foi o único líder partidário a criticar Cavaco Silva no caso, que dará que falar, das escutas (até o PS fingiu poupar o PR). Também hoje, vi Louçã culpar o PSD e o CDS da situação económica portuguesa; porque, como se sabe, foi o PSD e o CDS que governaram nos últimos quatro anos e meio. Enfim, uma seriedade peculiar.

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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.

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