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Jamais

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29
Jul09

Polémica de viés (a resposta possível)

José Gomes André

"Qual guerreiro medieval", Eduardo, "qual". Palavra decisiva quando se quer fazer uma metáfora, certo? E tire lá o "sic", por favor, que não lhe chamei "intolerante". Quando muito, disse que quem muito apregoa a tolerância, gosta de brandir a espada da intolerância. Espero que não escreva um post dizendo que estou a falar de espadas a sério, daquelas de metal.

 

E já agora, onde é que eu disse que o Eduardo não se "deve meter indevidamente em conversa de especialistas"? E logo eu, que pouco ou nada percebo de economia! Não fui eu que falei em teses "desmontadas" (sim, não gosto da palavra no contexto de um debate aberto), aludindo a um tal de José Gomes André espezinhado por Ricardo Reis e Carlos Santos, que o Eduardo logo esclarece serem respectivamente "Professor de Economia em Columbia" e "Professor de Economia e Gestão na Universidade Católica Portuguesa". Se alguém falou em argumentos de autoridade foi o Eduardo e não eu, certamente, que sempre assumi estar a levantar questões genéricas por ser leigo na matéria.

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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.

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