Sábado, 25 de Julho de 2009
publicado por Nuno Gouveia em 25 Jul 2009, às 11:30

 

Estranho o silêncio das hostes socialistas neste caso. Como recordou ontem Pedro Lomba no “i”, quando a negociata foi realizada entre o governo socialista e a Mota-Engil, apenas o PSD e Miguel Sousa Tavares se insurgiram. Agora ficamos a conhecer a verdadeira extensão do acordo ruinoso para o Estado, tendo o grupo privado, liderado pelo socialista Jorge Coelho, saído muito beneficiado. Será que é este tipo de negociatas que os socialistas defendem para o Estado? Se houvesse vergonha, Mário Lino já se tinha demitido ou forçado a fazê-lo. Mas como falamos de um governo que apenas se preocupa com a imagem ou a propaganda, só se Lino tivesse feito um manguito aos portugueses na televisão é que seria motivo para tal. Como o fez num negócio nos bastidores, isso não conta...

 

Foto retirada daqui.

 

 


3 comentários:
De Pedro Dâmaso a 25 de Julho de 2009 às 12:18
Sem dúvida alguma que este negócio é uma vergonha para um país que se diz um Estado de direito democrático.

Atenção! Nada desculpa este negócio vergonhoso. Lesa o Estado.

Mas será que o PSD nunca os fez?!!!

Porque será que a Somague e Diogo Vaz Guedes contribuiram com verbas significativas para as campanhas do PSD?!!!


De tric a 25 de Julho de 2009 às 12:31
e quase todos os dias o Primeiro-Ministro é entrevistado, muitas vezes em directo, e nenhum é capaz de fazer uma pergunta sobre esse caso , parece que existe um pacto de silêncio entre José Socrates e a comunicação social, tal como aconteceu, quando o Primeiro-Ministro de Portugal foi apanhado a mentir descaradamente na Assembleia da Republica! Jornalismo Socretino...


De NetKingCool a 25 de Julho de 2009 às 19:48
é incrivel como em dezenas de aparições na tv o pm nunca seja confrontado com esse roubo,nem ele nem o seu sucessor, o costa de lisboa porque o coelho deve ter tirado licença sabatica
se teem medo de ser prrejudicados no emprego por essa gente como aconteceu com a tipa da tsf, pelo menos confrontem o betinho do porta-voz


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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.
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