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Jamais

Jamais

19
Ago09

A grande confusão

André Abrantes Amaral

Propor “um pacto para a internacionalização das empresas portuguesas” é, isso sim, um forma de proteccionismo. Tão forte, tão grave, quanto impedir ou dificultar as importações. O país não precisa de exportar, principalmente, não precisa de exportar bens que já não interessam aos outros. O país, vamos falar antes dos cidadãos: As pessoas precisam é de ter acesso a bens baratos e de melhor qualidade.

 

Governar para a estatística e com vista à satisfação dos interesses comerciais de alguns foi sempre o ponto forte das correntes socialistas e, em Portugal, como aliás no mundo inteiro, foi ‘chão que já deu uvas’. É tempo de deixarmos de lado os grandes desígnios nacionais pensados e escolhidos nos gabinetes ministeriais, mais os sonhos inférteis de quem acha que governar é como jogar SimCity.

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Jamais - Advérbio. Nunca mais, outra vez não, epá eles querem voltar. Interjeição muito usada por um povo de dez milhões de habitantes de um certo cantinho europeu, orgulhoso do passado mas apreensivo com o futuro, hospitaleiro mas sem paciência para ser enganado, solidário mas sobrecarregado de impostos, com vontade de trabalhar e meio milhão de desempregados, empreendedor apesar do Estado que lhe leva metade da riqueza, face à perspectiva terrível de mais quatro anos de desgoverno socialista. Pronuncia-se à francesa, acompanhado ou não do vernáculo manguito.

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